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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Novembro é musical no TAC 7:30, em Florianópolis


- Grupo Nosso Choro -
O mês de novembro será totalmente dedicado à música no projeto TAC 7:30, promovido todas as terças-feiras pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) no palco do Teatro Álvaro de Carvalho. A programação conta com o som de Serginho Almeida (1º/11), Cássio Moura (8/11), Grupo Vai Como Der (15/11), Tao Orquestra (22/11) e Lily Blumerants e Joinville Jazz Big Band (29/11). As apresentações começam sempre às 19h30 e têm ingressos a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada).

Saiba mais sobre as atrações:


1º de Novembro - Serginho Almeida - Lançamento do CD Maloya


  • O cantor e compositor Serginho Almeida lança seu segundo álbum autoral, Maloya, fruto de sua brasilidade com influência de shows, intercâmbio e pesquisa pela Argentina e pela Espanha. Uma linda trajetória que mistura música, vivência teatral e resulta na inquestionável variação rítmica deste disco, que tem direção de Guinha Ramires e participação de Alessandro Krammer, Endrigo Bêttega e outros grandes músicos. Nessa obra, Serginho Almeida traz novamente uma canção em tupi-guarani, a exemplo do que ocorreu no disco Lua na Ilha.

8 de Novembro - Cássio Moura – Lançamento de CD


  • Cassio Moura é guitarrista, compositor, produtor musical e professor de música. Neste show, apresenta dez composições autorais, todas registradas no CD homônimo gravado em 2015, ao lado dos músicos Fábio Mello (sax tenor e soprano), Cristian Faig (flauta), Edilson Forte “Tatu” (piano digital e acústico), Arnou de Melo (baixos elétrico, fretless e acústico), Mauro Borghezan (bateria) e participação especial de Felipe Arthur Moritz (flauta em sol).
    O novo trabalho de Cássio Moura é voltado à música instrumental, com influências que vão do jazz à bossa nova, passando pelo choro e pela MPB. O álbum foi gravado por meio de projeto aprovado junto à Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes.

15 de Novembro - Vai Como Der - Choro


  • O Vai Como Der nasceu em 2015, pelas mãos do músico Wagner Segura, a partir de uma fusão de alunos do centro musical que leva seu nome com o Grupo Nosso Choro, presente no meio musical da década de 1990 em Florianópolis. Une diferentes gerações em torno da música essencialmente instrumental que pretende manter vivo o choro no cenário cultural catarinense.
    Neste show, o grupo, acompanhado de convidados especiais, além de relembrar autores consagrados do gênero como Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo e Pixinguinha, também irá apresentar composições de Piazzola, Sivuca, Dominguinhos, entre outros. O repertório é resultado de uma seleção criteriosa, com arranjos que valorizam as composições e a variedade dos timbres dos instrumentos utilizados.

22 de Novembro - Tao Orquestra


  • A Tao Orquestra é um septeto que desenvolve música instrumental autoral. Há dois anos promove projeto que abraça a música brasileira, africana, indiana e árabe, e adiciona os temperos musicais oriundos da trajetória de cada integrante. Como ponto de partida para sua criação o grupo optou, à semelhança das orquestras, por contar com naipes de cada uma das famílias instrumentais: sopros, cordas e percussão. A orquestra é formada por Fábio Mello (sax soprano, tenor, barítono e flauta transversal), Juliana Schmidt (violino), Larissa Galvão (piano), Ivan Vendemiatti (bansuri), Tie Pereira (contrabaixo), Eduardo Vidili (bateria e percussão) e Alexandre Damaria (percussão).

29 de Novembro – Lily Blumerants e Joinville Jazz Big Band


  • Lily Blumerants é cantora e compositora com mais de 30 anos de carreira, sete álbuns e dois DVDs. Transita pelo universo jazzístico, divulgando a música brasileira em turnês pela Europa. Neste show, compartilha o palco com a Joinville Jazz Big Band, interpretando canções autorais do disco Criaturas, gravado com a participação de Jacques Morelenbaum.
    A Joinville Jazz Big Band surgiu há cinco anos, idealizada pelo saxofonista Gledison Zabote. Atualmente tem a direção musical, arranjos e regência do músico argentino Marcos Archetti e é formada por 17 instrumentistas, divididos em quatro naipes: saxofones/flautas, trombones, trompetes e seção rítmica.

Serviço:


  • O quê: TAC 7:30
  • Quando: sempre às terças-feiras, às 19h30min
  • Onde: Teatro Álvaro de Carvalho (TAC) - Rua Marechal Guilherme, 26 - Centro - Florianópolis (SC)
  • Ingresso: R$ 20 inteira; R$ 10 meia-entrada.
  • Informações: (48) 3665-6401 / www.fcc.sc.gov.br/tac730 

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Ação retira 100 metros de redes prejudiciais à vida marinha

Iniciativa fez parte do projeto Limpeza dos Mares, da Acatmar

Em sua terceira temporada e com oito etapas realizadas, o projeto Limpeza dos Mares, capitaneado pela Associação Náutica Brasileira (Acatmar), realizou no último sábado, 21 de outubro, a segunda ação deste ano, desta vez para a retirada de redes fantasma na Reserva Marinha da Ilha do Arvoredo (pequeno arquipélago oceânico, visível da costa norte da Ilha de Santa Catarina). A entidade foi a convite do ICMBio, que fiscaliza a reserva.

O evento partiu do trapiche de Canasvieiras desta vez com destino a Ilha das Galés, pertencente à reserva e próxima ao município de Bombinhas, no litoral norte de Santa Catarina. “No local existe um navio cargueiro afundado, que se tornou um criadouro natural de peixes e encontrava-se envolto em várias redes de pesca. Um grande matadouro para a vida marinha”, afirma Leandro ‘Mané’ Ferrari, presidente da Acatmar. Mais de 70 mergulhadores voluntários fizeram parte desta etapa que retirou cerca de 100 metros de redes abandonadas.

O projeto Limpeza dos Mares Acatmar já coletou mais de 27 toneladas de resíduos do fundo do mar em praias e costões.

                                                                               
Fonte: PalavraCom 

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Fatma intensifica fiscalizações no Norte da Ilha de Santa Catarina

Com a proximidade da temporada de verão, a Fatma intensifica a fiscalização no Norte da Ilha de Santa Catarina. O foco são os empreendimentos licenciados pela Fundação.

Foto: Cláudia De Conto
Os fiscais da Fundação do Meio Ambiente (Fatma) estiveram na quinta-feira, 20 de outubro, notificando hotéis da região de Canasvieiras, em Florianópolis. A ação faz parte do programa de Fiscalização Ambiental 2016 da Fundação. A partir deste mês, com a proximidade do início da temporada de verão, os trabalhos no Norte da Ilha de Santa Catarina serão intensificados.

A fiscalização acontecerá em hotéis com mais de 100 leitos, condomínios e prédios acima de 10 unidades, estações de tratamento e limpa-fossas, clubes recreativos e empreendimentos de grande porte. “A Fatma é responsável pela fiscalização daquilo que licencia. Na ação, cinco hotéis foram notificados a apresentar as licenças ambientais de operação em 10 dias úteis”, explica o diretor de Fiscalização, Antônio Anselmo Granzotto de Campos.

Ações conjuntas 


Além das ações de fiscalização, a Fatma vai reunir as prefeituras da Grande Florianópolis, vigilâncias sanitárias, órgãos ambientais e de saneamento municipais, a Polícia Militar Ambiental e a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan). O encontro, que acontecerá na segunda-feira, 24 de outubro, servirá para definir ações conjuntas para fiscalizar, monitorar e prevenir possíveis danos ao meio ambiente durante a temporada de verão.

                                                                               
Fonte: Cláudia De Conto / Ascom/Fatma

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Segundo o IBGE, Santa Catarina chega a 6,9 milhões de habitantes


Florianópolis teve o maior aumento nominal
Florianópolis teve o maior crescimento nominal - Foto: Paulo Simões
Conforme estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), divulgada no Diário Oficial da União de 30 de agosto, Santa Catarina soma 6.910.553 habitantes em 2016, Um crescimento de 1,3% em relação à estimativa de 2015  (91.363 moradores a mais). No Brasil, a população chega a 206 milhões.

O município mais populoso do Estado continua sendo Joinville, com 569.645 habitantes, 7.494 a mais do que a estimativa de 2015. Florianópolis teve maior crescimento nominal e chega à população de 477.798 moradores (8.108 a mais do que em 2015). Blumenau é a terceira cidade mais populosa de SC com 343.715 (4.839 a mais do que no ano passado).

A estimativa anual de população é um índice usado para definição de políticas públicas no país, como a divisão do Fundo de Participação dos Municípios e repasses do Ministério da Saúde, entre outras.

Santa Catarina tem 13 cidades com mais de 100 mil habitantes e 14 com menos de 2 mil.

Abaixo, a relação dos 10 municípios mais populosos e os 10 menos populosos de Santa Catarina:


10 cidades mais populosas (em número de habitantes):

  1. Joinville = 569.645
  2. Florianópolis = 477.798
  3. Blumenau = 343.715
  4. São José = 236.029
  5. Chapecó = 209.553
  6. Criciúma = 209.153
  7. Itajaí = 208.958
  8. Jaraguá do Sul = 167.300
  9. Palhoça = 161.395
  10. Lages = 258.620
10 cidades menos populosas (em número de habitantes):

  1.  Santiago do Sul = 1.341
  2. Lajeado Grande = 1.461
  3. Flor do Sertão = 1.597
  4. Paial = 1.607
  5. Presidente Castelo Branco = 1.630
  6. Jardinópolis = 1.649
  7. Tigrinhos = 1.707
  8. Barra Bonita = 1.764
  9. Macieira = 1.807
  10. São Miguel da Boa Vista = 1.860 
                                                                                 
Por Anderson Silva e Cristian Edel Weiss
(Diário Catarinense)

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Saiba como fazer financiamento de terreno

Para quem vai começar a construção da casa do zero, o primeiro passo é comprar um terreno e existem linhas de crédito para isso



Na hora de comprar o imóvel, a opção mais comum é adquirir uma casa ou apartamento que já estão prontos ou em construção. Porém, há quem prefira começar o projeto dos sonhos do zero. Primeiro para deixar a casa exatamente do jeito que planejou. Segundo porque, com dedicação de tempo e paciência, pode sair mais em conta para o bolso. O primeiro passo é comprar um lote. Para isso, é possível entrar em um financiamento de terreno.

Na Caixa Econômica Federal, na modalidade Carta de Crédito SBPE, é possível financiar terrenos com valor a partir de R$ 200 mil e o valor mínimo de financiamento é de R$ 100 mil, o equivalente a 50% do preço. O prazo para pagar é de 18 anos ou 216 meses. As parcelas não poderão ultrapassar o limite de 30% da renda familiar.

Em uma simulação no site da Caixa, para um imóvel de R$ 200 mil na cidade de São Paulo e a renda de R$ 6 mil, o prazo máximo de financiamento é de 216 meses e a cota máxima de financiamento é de 60%. O valor da entrada é de R$ 80 mil e o preço a ser financiado é de R$ 120 mil. Os juros nominais são de 10,93% ao ano mais TR, enquanto os juros efetivos são de 11,50% ao ano mais TR. A primeira prestação será de R$ 1.689,29 e a última, de R$ 585,61.

Se o valor do imóvel for menor que R$ 200 mil, existe outra modalidade de financiamento, que é o Crédito Imóvel Próprio. Nesta linha, o pagamento pode ser feito em 240 meses. O valor contratado é depositado em conta corrente aberta na Caixa e não há destinação específica. Neste caso, o cliente que tiver um imóvel quitado ou financiado pelo banco poderá financiar até 60% do preço do seu imóvel e os percentuais de financiamento permitidos variam de acordo com o tipo de imóvel, que pode ser residencial, comercial, rural ou terreno. Para os que contam com um imóvel financiado na Caixa, o saldo residual não pode ser superior a 30% do valor do novo empréstimo.

Há ainda uma terceira possibilidade, esta para quem deseja financiar não apenas a compra do terreno, como também a construção. Neste tipo de contratação, o cliente precisa ter o projeto arquitetônico do imóvel, desenvolvido por um arquiteto ou engenheiro. A partir dele, será desenvolvido o cronograma da obra, que vai auxiliar o acompanhamento e liberação das etapas seguintes. Neste caso, o valor do financiamento é liberado de acordo com a evolução das etapas do cronograma previamente elaborado.

As taxas de juros são diferentes em relação às taxas para a compra da casa que já está pronta. Em geral, elas são um pouco mais altas. Numa mesma simulação, mas para a aquisição de um imóvel novo de R$ 200 mil na cidade de São Paulo com renda de R$ 6 mil, os juros nominais são de 8,16% ao ano mais TR e os efetivos são de 8,47% ao ano mais TR. Mesmo que a diferença não seja tão grande, é preciso levar em consideração que em um financiamento longo, ao final, esse montante pode fazer a diferença.

Outras características do financiamento de um terreno é que ele deve estar localizado em área urbana ou em lugares com infraestrutura e que não existe um valor máximo para este tipo de financiamento, já que o montante será calculado com base na capacidade de pagamento. “Para conseguir o financiamento, é preciso atender a todos os requisitos do banco e um deles é que seja um terreno de fato e de direito, não pode ser um pedaço de terra, tem que estar com a documentação regularizada. Para saber se está tudo certo com o terreno, é possível pegar a certidão de propriedade no cartório”, explicou Elísio Cruz Júnior, presidente do Sindicato de Habitação de Pernambuco (Secovi-PE).

Ainda é comum que a aprovação do financiamento aconteça de forma mais rápida e eficaz. Para conseguir a liberação do financiamento de um imóvel pronto, ele precisa passar por uma vistoria e estar em condições para servir como garantia do financiamento. Já o terreno não tem muito o que analisar, já que ainda não há construção. Ou seja, precisa que a documentação esteja em ordem.

Alternativa


Porém, antes de assinar o contrato de financiamento com o banco, pesquise se a própria construtora não disponibiliza algum tipo de financiamento do terreno. Essa forma de pagamento pode ser mais vantajosa e pesar menos no bolso. “Às vezes é preciso avaliar a forma de financiamento diretamente com a construtora. Muitas vezes é possível comprar um lote em até 60 parcelas mensais fixas ou em 120 meses com o valor sendo corrigido pelo IGP-M, o que torna mais barato porque o financiamento no banco vai ter a taxa de juros mais alta”, ressaltou Elísio.

                                                                                              
Publicado originalmente no site ZAP em Casa

Saiba como fazer financiamento de terreno

Para quem vai começar a construção da casa do zero, o primeiro passo é comprar um terreno e existem linhas de crédito para isso



Na hora de comprar o imóvel, a opção mais comum é adquirir uma casa ou apartamento que já estão prontos ou em construção. Porém, há quem prefira começar o projeto dos sonhos do zero. Primeiro para deixar a casa exatamente do jeito que planejou. Segundo porque, com dedicação de tempo e paciência, pode sair mais em conta para o bolso. O primeiro passo é comprar um lote. Para isso, é possível entrar em um financiamento de terreno.

Na Caixa Econômica Federal, na modalidade Carta de Crédito SBPE, é possível financiar terrenos com valor a partir de R$ 200 mil e o valor mínimo de financiamento é de R$ 100 mil, o equivalente a 50% do preço. O prazo para pagar é de 18 anos ou 216 meses. As parcelas não poderão ultrapassar o limite de 30% da renda familiar.

Em uma simulação no site da Caixa, para um imóvel de R$ 200 mil na cidade de São Paulo e a renda de R$ 6 mil, o prazo máximo de financiamento é de 216 meses e a cota máxima de financiamento é de 60%. O valor da entrada é de R$ 80 mil e o preço a ser financiado é de R$ 120 mil. Os juros nominais são de 10,93% ao ano mais TR, enquanto os juros efetivos são de 11,50% ao ano mais TR. A primeira prestação será de R$ 1.689,29 e a última, de R$ 585,61.

Se o valor do imóvel for menor que R$ 200 mil, existe outra modalidade de financiamento, que é o Crédito Imóvel Próprio. Nesta linha, o pagamento pode ser feito em 240 meses. O valor contratado é depositado em conta corrente aberta na Caixa e não há destinação específica. Neste caso, o cliente que tiver um imóvel quitado ou financiado pelo banco poderá financiar até 60% do preço do seu imóvel e os percentuais de financiamento permitidos variam de acordo com o tipo de imóvel, que pode ser residencial, comercial, rural ou terreno. Para os que contam com um imóvel financiado na Caixa, o saldo residual não pode ser superior a 30% do valor do novo empréstimo.

Há ainda uma terceira possibilidade, esta para quem deseja financiar não apenas a compra do terreno, como também a construção. Neste tipo de contratação, o cliente precisa ter o projeto arquitetônico do imóvel, desenvolvido por um arquiteto ou engenheiro. A partir dele, será desenvolvido o cronograma da obra, que vai auxiliar o acompanhamento e liberação das etapas seguintes. Neste caso, o valor do financiamento é liberado de acordo com a evolução das etapas do cronograma previamente elaborado.

As taxas de juros são diferentes em relação às taxas para a compra da casa que já está pronta. Em geral, elas são um pouco mais altas. Numa mesma simulação, mas para a aquisição de um imóvel novo de R$ 200 mil na cidade de São Paulo com renda de R$ 6 mil, os juros nominais são de 8,16% ao ano mais TR e os efetivos são de 8,47% ao ano mais TR. Mesmo que a diferença não seja tão grande, é preciso levar em consideração que em um financiamento longo, ao final, esse montante pode fazer a diferença.

Outras características do financiamento de um terreno é que ele deve estar localizado em área urbana ou em lugares com infraestrutura e que não existe um valor máximo para este tipo de financiamento, já que o montante será calculado com base na capacidade de pagamento. “Para conseguir o financiamento, é preciso atender a todos os requisitos do banco e um deles é que seja um terreno de fato e de direito, não pode ser um pedaço de terra, tem que estar com a documentação regularizada. Para saber se está tudo certo com o terreno, é possível pegar a certidão de propriedade no cartório”, explicou Elísio Cruz Júnior, presidente do Sindicato de Habitação de Pernambuco (Secovi-PE).

Ainda é comum que a aprovação do financiamento aconteça de forma mais rápida e eficaz. Para conseguir a liberação do financiamento de um imóvel pronto, ele precisa passar por uma vistoria e estar em condições para servir como garantia do financiamento. Já o terreno não tem muito o que analisar, já que ainda não há construção. Ou seja, precisa que a documentação esteja em ordem.

Alternativa


Porém, antes de assinar o contrato de financiamento com o banco, pesquise se a própria construtora não disponibiliza algum tipo de financiamento do terreno. Essa forma de pagamento pode ser mais vantajosa e pesar menos no bolso. “Às vezes é preciso avaliar a forma de financiamento diretamente com a construtora. Muitas vezes é possível comprar um lote em até 60 parcelas mensais fixas ou em 120 meses com o valor sendo corrigido pelo IGP-M, o que torna mais barato porque o financiamento no banco vai ter a taxa de juros mais alta”, ressaltou Elísio.

                                                                                              
Publicado originalmente no site ZAP em Casa

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Três cidades de SC estão entre as 10 mais visitadas a lazer por estrangeiros

Ranking da Demanda Turística Internacional foi publicado na quarta (20 de julho). Florianópolis, Bombinhas e Balneário Camboriú ocupam 2º, 6º e 9º lugares.

Florianópolis. Foto: Carolina Lopes/G1
O Ministério do Turismo divulgou nesta semana um ranking que mostra que três cidades catarinenses estão entre os dez principais destinos escolhidos para turismo de lazer por estrangeiros em 2015. O Brasil recebeu 6,3 milhões de turistas estrangeiros no ano passado.
Conforme a Demanda Turística Internacional, Florianópolis é o segundo destino mais buscados por estrangeiros no país, com 18,8%, atrás apenas do Rio de Janeiro, com 32,6%, e à frente de cidades como Foz do Iguaçu (PR) e São Paulo.
Em sexto lugar está Bombinhas, com 7,6%. É a primeira vez em 18 anos que a cidade do Litoral Norte aparece nesta listagem. O nono destino turístico mais escolhido por estrangeiros é Balneário Camboriú, com 4,1%.
Ainda segundo o Ministério do Turismo, os argentinos foram os que mais visitaram o Brasil, com de 2 milhões de turistas. Isso representa um aumento de 19,2% com relação 2014. Conforme o ministério, isso explica o aumento de cidades do Sul no ranking, já que as cidades são próximas à fronteira sul.
As praias do país foram o destino preferido para 69,4% dos turistas estrangeiros. Ao todo, 95,5% dos turistas afirmaram devem retornar ao país. A pesquisa entrevistou 35.133 turistas estrangeiros.
A lista completa de Demanda Turística Internacional está disponível no site do Ministério do Turismo.
(G1 Santa Catarina, 23/07/2016))

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Florianópolis no inverno: o que fazer, o que visitar, o que comer

Visitar a capital catarinense no inverno é conhecer uma cidade de atrativos que vão além da previsão do tempo. São museus, casarios históricos, frutos do mar para se fartar, mais de 30 trilhas e um sem-fim de paisagens para encher o álbum de fotos e a memória. Com o sol bem menos impiedoso, basta se proteger do famoso vento “suli” e descobrir a ilha em sua versão mais autêntica, sem tantos turistas por perto.

Considerando os atrativos e as características dessa época do ano, veja um roteiro com algumas coisas o que não se pode perder ao visitar a ilha. E, caso fique aquela sensação de “quero mais”, sempre haverá o verão. Confira as dicas:

História


Para aplacar logo a ânsia de ver o mar, comer um bom camarão e conhecer um pouco da cultura local, pegue a SC-401 e rume para o Norte, em direção a Santo Antônio de Lisboa, a 15 km do Centro. A primeira parada é na singela igreja de Nossa Senhora das Necessidades (foto), de frente para o mar da Baía Norte. Cheia de detalhes do período Barroco, foi construída em meados do século XVIII e é tombada pelo município e pelo estado.

O povoado é o mais antigo de Desterro, como era chamada a Ilha de Santa Catarina.

Vale passear sem pressa pelas ruas de Santo Antônio de Lisboa e apreciar as lojinhas de artesanato local – é possível encontrar rendeiras trançando as mãos com habilidade, mantendo viva uma tradição que passa de mãe para filha. Ao longe é possível ver a ponte Hercílio Luz. Depois de uma caminhada pela praça e pela orla, vale parar em um dos restaurantes que ficam de frente para a baía e se deliciar com os frutos do mar fresquinhos, muitos deles pescados ali mesmo.

Depois do almoço, percorrer a pé o Centro da capital é uma boa pedida. Vale conhecer a “velha figueira” da Praça XV, transplantada para o local em 1891 - e que dá nome ao Figueirense, um dos principais times da cidade. Fica em frente ao largo da Catedral Metropolitana. Dali, vá conhecer o Palácio Rosado, que abriga o museu Cruz e Souza. Erguido entre 1750 e 1765, o local foi residência dos governadores até 1954.

É bom reservar um tempo para conhecer o Forte Santana, onde funciona o Museu de Armas Major Lara Ribas, aberto de terça a domingo das 9 às 17h, com entrada gratuita. Fica bem perto da Ponte Hercílio Luz, onde o pôr do sol rende belas fotos. Há anos a ponte está fechada para visitação. Atualmente, passa por uma reforma.

No Largo da Alfândega, o Mercado Público de Florianópolis é um clássico para a happy hour. É o tempo de aguardar a hora do rush passar para então cruzar a ponte Colombo Sales rumo ao bairro de Coqueiros, que desponta como nova rota gastronômica da cidade.

As belezas da região da Lagoa da Conceição e das praias do Leste da ilha são as preferidas dos surfistas. As dunas da Praia da Joaquina são ideais para a prática de sandboard, ou surfe na areia. A Praia Mole também merece uma visita – é possível tirar belas fotos no mirante que fica no caminho para a Barra da Lagoa.

Costa da Lagoa


Antes que a fome comece a bater, contorne a Lagoa da Conceição por baixo e rume para o Canto dos Araçás, que fica ao final da Rua João Henrique Gonçalves: você estará no início da Trilha da Costa da Lagoa, acessível só pela mata ou pelo mar. O caminho demora cerca de duas horas para ser percorrido, mas o trajeto pela Mata Atlântica é bem sinalizado e cheio de atrações – há cachoeira, um antigo engenho de farinha, além de aves e até macaquinhos que habitam a região.

Ao final da trilha, você encontrará um lugar pitoresco, onde a gastronomia local é o grande destaque. Ali você poderá degustar a famosa sequência de camarão (a iguaria é servida de de diversas formas: à milanesa, à dorê, ao alho e óleo...) ou uma anchova assada na brasa. Para voltar, é possível pegar um barquinho de volta para o “centrinho” da Lagoa.

Se estiver no pique, volte para a Barra da Lagoa e conheça o Projeto Tamar, dedicado à preservação das tartarugas marinhas. À noitinha, a Lagoa da Conceição dá lugar a uma vida noturna intensa – o "centrinho" da Lagoa e a Avenida das Rendeiras são repletos de bares, restaurantes e casas noturnas.

Escunas


Uma maneira de conhecer melhor a história catarinense sem perder o mar de vista é contratar um passeio de escuna, que passa por ilhas e fortalezas da região. Em julho, elas continuam operando, com exceção das segundas e quartas-feiras. Há saídas do centro, ao lado da Ponte Hercílio Luz, e de Canasvieiras, no Norte, ao lado do trapiche, mais à direita da praia, onde funciona uma associação que reúne as empresas locais. Se decidir partir de Canasvieiras, é recomendável adquirir o ingresso com antecedência, na própria associação ou nos quiosques.

A escuna costeia a orla de Canasvieiras, Jurerê e Daniela, com visão panorâmica do Forte de São José da Ponta Grossa. O barco faz uma parada na Fortaleza de Anhatomirim, principal fortificação do antigo sistema defensivo da Ilha de Santa Catarina, erguida a partir de 1739 pelos portugueses para proteger a região de ataques, principalmente de espanhóis.

Para visitar a Ilha de Anhatomirim é preciso pagar uma taxa para a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Os passeios costumam dar a opção de almoçar em Governador Celso Ramos, mas também é possível levar o próprio lanche. Com sorte, é possível avisar golfinhos durante o passeio pela baía que leva o nome deles. E os mais corajosos podem cair na água na Ilha do Francês.

Terra firme


De volta ao trapiche de Canasvieiras, que tal dar uma volta pelas ruas do bairro? Com forte vocação turística, a região é um reduto de argentinos na ilha – não se assuste se encontrar placas em castelhano. A praia é repleta de restaurantes – com churrascarias que oferecem legítimos bifes de “chorizo” e “asados”.

Outra opção é seguir para a vizinha mais badalada, Jurerê Internacional, onde é possível tomar um banho de mar delicioso – mesmo no inverno, se for um dia de sol. Os clubes de praia abrem aos fins de semana e há uma uma intensa programação de shows e festas, o ano todo.

Natureza


Inaugurada em 2014, a trilha ecológica do Parque Estadual do Rio Vermelho é uma boa opção para começar o dia em contato com a natureza. Ele pode ser acessado pela SC-403, que corre pela direita a Lagoa da Conceição.

A trilha fica aberta de terça a domingo (inclusive em feriados), das 10h às 17h. O passeio é gratuito e acompanhado por um guia do parque, que leva grupos de visitantes por um caminho com grau zero de dificuldade: ele é totalmente acessível a cadeirantes e carrinhos de bebê, e tem até banquinhos para descansar durante as explicações.

É possível ver espécies como macacos, tartarugas, araras – muitas delas vítimas de maus tratos ou de tráfico. A trilha guiada pode ser percorrida em menos de uma hora – há um local destinado para fazer piquenique, ao final. Mas traga seu lanche!

Bem perto do parque fica a entrada para a desértica praia de Moçambique, a mais extensa da ilha, com mais de 7 km. Siga para o Norte e vá até o mirante da Praia Brava, com uma vista privilegiada para a orla, cujos condomínios são bem badalados -  o ex-tenista Gustavo Kuerten, por exemplo, costuma ser visto por lá.

Se quiser passar o resto da tarde relaxando, vá até a vizinha e pacata Lagoinha de Ponta das Canas, uma praia tranquila, de cerca de 1 km de extensão, reduto de pescadores. Com sorte, você pode chegar bem na hora em que eles estiverem “cercando” um cardume de tainhas – peixe típico do inverno em Santa Catarina.

Com rapidez, um grupo pula num barquinho de madeira, enquanto os outros ajudam a puxar a rede. Se não for dia de “arrasto”, é o caso de se sentar em um dos dois ou três restaurantes pé na areia que abrem em dias de tempo bom e deixar o tempo passar sem pressa.

Ainda no Norte, a Praia de Cachoeira do Bom Jesus concentra boas opções para comer à noite.

Tradição


O Sul da ilha, a parte mais bucólica de Florianópolis, que respira a cultura dos colonizadores açorianos. Há opções de passeios de bike. Os passeios duram cerca de 5 horas e contam com o acompanhamento de um guia. É importante verificar se o passeio inclui um carro de apoio, para o caso de alguém ficar cansado. Há a opção de solicitar uma bicicleta elétrica, que não exige tanto esforço físico. O roteiro pelo Sul da ilha costuma incluir uma visita às praias do Campeche e do Morro das Pedras, com visita a um mirante. O trajeto inclui também uma parada na Lagoa do Peri, onde funciona o Projeto Lontra. Nas cinco horas de passeio, dá tempo ainda de almoçar na Praia da Armação e esticar para a Praia do Matadeiro, acessível por trilha.

Se bicicleta for muita aventura para você, um roteiro que inclua a Praia do Campeche e o Morro das Pedras já será um passeio de encher os olhos. Se sobrar tempo, siga ainda mais para o Sul e conheça a pacata Praia do Pântano do Sul, onde é possível degustar uma tainha pescada na hora.

A região mais “manézinha” de Florianópolis é o Ribeirão da Ilha, também no Sul, mas voltada para o continente. Na chamada Freguesia, uma pracinha à beira-mar convida a relaxar e curtir o pôr do sol. E, se for um apreciador de ostras, saiba que está num dos principais pontos de maior cultivo da ilha – que responde por 85% da produção nacional.

Há roteiros guiados que levam até as fazendas de ostras, com degustação ao final. A região, repleta de casarios açorianos, também tem bons restaurantes que servem a iguaria, entre outros frutos do mar.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Sapiens Parque, no Norte da Ilha de Santa Catarina, sedia reunião de Embaixadores dos Estados Membros da União Europeia

Pela primeira vez Santa Catarina irá sediar a reunião anual dos Embaixadores dos Estados Membros da União Europeia no Brasil. Na segunda e terça, dias 30 e 31 de maio, o encontro trará para Florianópolis 18 representantes diplomáticos, além do Embaixador da União Europeia no Brasil, João Gomes Cravinho. Organizada pela Delegação da União Europeia no Brasil em parceria com o Governo do Estado, a agenda prevê visitas com foco na inovação.

A recepção aos embaixadores, na segunda-feira, 30, a partir das 9h15, contou com a presença do governador Raimundo Colombo, no Sapiens Parque, no Bairro Canasvieiras, em Florianópolis.

Para o governador Colombo o encontro é “um momento de convivência com todos estes embaixadores para uma troca cultural, promovendo um conhecimento geral sobre o Estado, e também incentivando um maior intercâmbio comercial. Temos muito interesse em ampliar nossos negócios no exterior, vender mais e com isso manter e melhorar o nível do emprego interno. Ampliar presença no mercado externo é um caminho importante, uma grande oportunidade diante da crise que vive o mercado interno brasileiro”, afirma.

Segundo o Embaixador da União Europeia no Brasil, João Gomes Cravinho, a União Europeia vê o Brasil como um “país muito próximo e amigo que se enquadra nas parcerias estratégicas”. E o mercado catarinense ganha atenção especial, com destaque para a área de pesquisa e a inovação. “Santa Catarina é um dos estados brasileiros que mais avançam nessas áreas e por isso existem grandes possibilidades de intensificação da ação bilateral nesse campo vital para o desenvolvimento do estado, do Brasil e de nossas relações bilaterais”, avalia Cravinho.

O governador Colombo também valoriza o foco da reunião na inovação. "Santa Catarina tem pouco mais de 1% do território brasileiro. Aqui, principalmente, é preciso criatividade para garantir produtividade e competitividade. E a inovação é o caminho para isso. Um intercâmbio com estes países vai nos permitir aprimorar ainda mais nossas iniciativas nesta direção”, acrescenta.
Para o secretário de Estado de Assuntos Internacionais, Carlos Adauto Virmond, Santa Catarina tem potencial para se tornar a porta de entrada de investimentos europeus no Brasil. “Estamos muito felizes com a escolha de Santa Catarina pela delegação para sediar este encontro que irá coroar o bom relacionamento que temos com a União Europeia há décadas e abrir-nos pontes entre SC e os Estados Membros do bloco, tanto pelas relações comerciais e pelas cooperações já existentes em diversas áreas, quanto pelos elos culturais devidos aos imigrantes europeus”.

Inovação e cooperação


A reunião terá início durante a visita dos Embaixadores no Sapiens Parque, no Norte de Florianópolis. Como parque de inovação, o Sapiens foi concebido para ser referência em inovação, pesquisa, tecnologia e sustentabilidade. “A decisão do grupo em iniciar este encontro fundamental para as relações internacionais entre Santa Catarina e Europa a partir do Sapiens Parque é um motivo de orgulho e um atestado de que já somos reconhecidos como uma referência de projeto de inovação e empreendedorismo. É resultado de parceria entre governo, setor empresarial, universidades e instituições da sociedade civil”, afirma o diretor executivo do parque, José Eduardo Fiates.

Iniciativas que integram o Programa Catarinense de Inovação (PCI) também serão apresentadas aos embaixadores. Destaque para a construção de 13 Centros de Inovação em diferentes regiões do Estado e o programa Geração TEC. 

Os 13 Centros de Inovação serão construídos nas seguintes cidades: Lages, cuja inauguração será no próximo mês; Jaraguá do Sul, São Bento do Sul, Tubarão, Chapecó e Joaçaba, com obras em torno de 60% concluídas; Itajaí, com 17%, e Blumenau, que está no início das obras; Brusque e Criciúma, que serão licitados em breve; e ainda, Rio do Sul, Florianópolis e Joinville. Os centros abrigarão aceleradoras de empresas, incubadora, laboratórios de pesquisa, de capacitação e de consultoria para novos negócios. São espaços criados para estimular o crescimento e competitividade das empresas catarinenses, unindo as instituições de ensino, empresas e Governo.

Já o Geração TEC é um programa criado em 2011 para a oferta de cursos gratuitos de curta duração, descobrindo talentos para o mundo da tecnologia e fortalecendo as empresas do Estado. Já foram formados 6.156 alunos em mais de 200 turmas.

A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação (Fapesc) também receberá a visita dos embaixadores. De acordo com o presidente da Fapesc, Sergio Gargioni, em ações conjuntas com a União Europeia, a Fapesc divulgou em abril uma chamada pública pela qual serão apoiadas pesquisas sobre o Zika vírus, além de fechar acordo com o programa Horizonte 2020 para financiamento de pesquisas. “O programa prevê desembolsar, aproximadamente, 80 milhões de euros até 2020 para projetos colaborativos de pesquisa e inovação com países da União Europeia”, explica Gargioni.

Comércio exterior


No comércio exterior, as relações de Santa Catarina com os Estados Membros da União Europeia são significativas. Entre os blocos econômicos, a União Europeia é o principal parceiro comercial do Estado. Mas a balança comercial apresentou um resultado negativo para os catarinenses de R$ 610 milhões no ano passado. Em 2015, foram exportados R$ 1,477 bilhão em produtos para os 28 países do bloco. Já as importações somaram cerca de R$ 2,087 bilhões, número superado apenas pelo volume importado da China. “Vemos na reunião da União Europeia uma grande oportunidade para mostramos os potenciais de Santa Catarina e buscarmos o equilíbrio da balança comercial ao longo dos próximos anos”, diz o secretário Virmond.

A agroindústria domina metade da pauta das exportações, com a venda de fumo, frango, peixe e outras carnes. A venda de máquinas e instrumentos mecânicos e elétricos vem em seguida. Produtos à base de madeira, móveis, automóveis, tratores e autopeças, e produtos químicos também estão os principais produtos vendidos para o bloco. Do lado das importações, maquinários mecânicos e elétricos e derivados, juntos, representam quase 30% do total importado.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Imóvel novo? Veja se vale esperar o desfecho do impeachment

Algumas pessoas têm adiado o sonho de comprar a casa própria na expectativa de que a renda irá melhorar se houver impeachment ou que os preços podem cair se a presidente Dilma Rousseff continuar. Mas, se você tem dinheiro guardado para pagar o financiamento, essa não é a melhor estratégia. Comprar o imóvel o quanto antes pode ser mais inteligente.

Uma pesquisa nacional, feita pelo portal imobiliário Viva Real na semana seguinte à aprovação do processo de impeachment na Câmara dos Deputados, mostrou que 45% dos consumidores que procuram imóveis tiveram sua decisão influenciada pela atual situação política. Entre eles, 63% decidiram empurrar a compra mais para frente.

“Era esperado que a resposta fosse essa, porque as pessoas se sentem desprotegidas”, explica Lucas Vargas, CEO do Viva Real. Mas adiar o fechamento do negócio pode ser uma furada, já que, com a demanda em baixa, basta um pouco de paciência para conseguir preços e condições melhores.

“Esse cenário de incertezas não vai mudar imediatamente e, no longo prazo, quando a economia se recuperar, os preços subirão muito”, projeta Vargas.


Preços dos imóveis estão em queda real


O preço dos imóveis subiu apenas 0,53% nos últimos 12 meses até março, segundo o Índice FipeZap, que mostra a variação nos valores médios do metro quadrado de 20 cidades brasileiras. O aumento ficou muito abaixo da inflação medida pelo IPCA, que foi de 9,5% no período, de acordo com o Banco Central. Ou seja, descontando a inflação, houve queda real dos preços de 8,10%.

“O poder de barganha está na mão do comprador e ele deve usar isso a seu favor”, sugere o economista Bruno Oliva, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Ele explica que o preço dos imóveis só deve voltar a subir com força em 2018 ou depois, quando o desemprego cair e a renda voltar a subir. “Diferentemente do mercado financeiro, o mercado imobiliário é como um transatlântico. É lento, demora para mudar de rumo”, diz Oliva.


Antes do impeachment, compradores estão em vantagem


O especialista em crédito imobiliário Marcelo Prata, fundador do Canal do Crédito, diz que o mercado imobiliário é como um cabo de guerra entre compradores e vendedores, e que a incertezas sobre o impeachment favorecem quem está na ponta da demanda. “Ao oferecer um valor mais baixo, o vendedor tende a aceitar a proposta. Ele não sabe o que vai acontecer depois que o processo de impeachment acabar e tem receio de que o comprador desista”, afirma Prata.

Se houver ou não impeachment, esse cenário do mercado imobiliário deve se manter. No entanto, na opinião de Prata, se o vice-presidente Michel Temer assumir o governo, a confiança dos consumidores será retomada em pouco tempo, o que tende a acelerar a compra de imóveis e, consequentemente, o aumento dos preços.

Essa também é a expectativa de Flavio Mary, presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). “Acreditamos que uma mudança no governo trará um novo ritmo de confiança e o mercado imobiliário tende a se recuperar”, diz. Por outro lado, a melhora na economia significa valorização dos preços. “Quem comprar antes leva vantagem”, acredita.


Não desista por causa das taxas de juros altas


Mesmo se houver impeachment, as taxas de juros para financiar imóveis devem permanecer altas por, no mínimo, alguns meses, segundo a expectativa dos especialistas. Desde o ano passado, as recorrentes elevações nos juros do crédito imobiliário são resultado do aumento dos saques da poupança, principal fonte de recursos dos bancos para o financiamento de construções e compras de imóveis.

No entanto, não há motivos para se assustar demais com os juros. “Não faz sentido se prender às taxas no longo prazo se os valores baixos dos imóveis compensam os juros altos”, avalia Vargas, do Viva Real. Ele recomenda dar entradas maiores, se for possível, para amenizar o impacto dos juros elevados.

Para Oliva, da Fipe, só quem compra o imóvel para investir deve esperar as taxas de juros baixarem. Se a intenção for comprar o imóvel para moradia e você encontrou uma casa com preço bom, vá em frente. “Mais adiante, dá para fazer a portabilidade. Se os juros caírem, é só transferir o financiamento para um banco que pratique taxas menores ou negociar com o mesmo banco”, sugere Oliva.

O economista lembra que, neste momento de aumento na taxa de desemprego, só quem tem alguma reserva financeira deve entrar no financiamento. Se houver algum risco de demissão, que possa levá-lo a desonrar o pagamento das prestações, é melhor esperar.

Publicado originalmente na seção Seu Dinheiro, da Revista Exame  

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Foto feita na Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis, ganha prêmio em Nova York

Uma brincadeira pirotécnica feita com uma esponja de aço em chamas foi o tema da fotografia feita pelo carioca Hermes Bezerra, 44 anos, morador da capital catarinense há 21 anos, que venceu um concurso promovido em Nova York, nos Estados Unidos

A imagem foi capturada em agosto de 2015 num local próximo à casa onde Hermes vive com a mulher e dois filhos na bela Praia da Cachoeira do Bom Jesus, no Norte da Ilha de Santa Catarina, e concorreu com outros cinco finalistas: da Eslovênia, Estados Unidos, Egito, Índia e Inglaterra. O concurso, Duggal Capture The Moment Photo Contest 2016, é promovido pela empresa americana de laboratórios fotográficos e impressão de imagens, Duggal Visual Solutions. Pela conquista Hermes Bezerra receberá U$500 em prêmios, um certificado, sua foto impressa em alta resolução, e um lugar na prestigiada galeria da Duggal, em Nova York, para expor sua fotografia vencedora.

Este foi o sétimo prêmio da carreira de 23 anos. Além de fotojornalista no Diário Catarinense, Hermes trabalhou também com publicidade e gastronomia mas considera que fotografia documental é seu forte. Sobre a fotografia premiada diz: "Saímos pra brincar, eu meu irmão, minha sobrinha e filho, daí levei meu tripé e câmara pra fazer umas fotos, mas nada já pensando no concurso, ainda nem sabia sobre ele", e conclui: "saiu o resultado e eu fiquei muito surpreso, nem lembrava mais, não estava esperando".

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Novo shopping vai trazer modernidade e desenvolvimento para os Ingleses, no Norte da Ilha de Santa Catarina

Com o início das obras previsto ainda para o mês de abril, o novo empreendimento vai ocupar a área conhecida como Centrinho dos Ingleses. 

O novo shopping do Grupo Koch e JDC, batizado de Centrinho dos Ingleses, terá seis torres, 170 lojas, três salas de cinema, praça de alimentação com vista para o mar, estacionamento rotativo, espaço business e escada rolante. Também estão previstos no projeto um apart hotel com 327 apartamentos, operado pela rede Slaviero, e um heliponto. Serão mais de 50 mil m² de construção, próximos à SC-403, o que vai facilitar o acesso ao shopping .

O prazo para finalizar a obra é de quatro anos, e vai ocupar e revitalizar a área conhecida pelo mesmo nome, Centrinho dos Ingleses além de gerar cerca de 1,3 mil empregos diretos e indiretos depois de concluído.

A construção é uma parceria entre o arquiteto Júlio de David da JCD Arquitetos Associados Ltda e Vilmar Campana da CVS Apoio Administrativo Ltda, e será executada através do sistema de “construção a preço real sob a forma de cooperativa”. Nessa modalidade as partes se unem pelo objetivo comum de empreender a construção de imóvel, visando um investimento altamente rentável, ou mesmo a propriedade de unidade habitacional de alta qualidade.

O Grupo Koch e a JCD são parceiras na concepção e execução. Apesar de ainda não estar lançado, o empreendimento já está com 60% das lojas locadas.

Mais informações sobre a comercialização do Centrinho dos Ingleses, podem ser obtidas na Diego Lomba Imóveis, pelo telefone (48) 3284-5010, ou pelo e-mail vendas@diegolombaimoveis.com.br

quarta-feira, 13 de abril de 2016

A importância da contratação do corretor de imóveis



Com certeza você já deve ter se questionado sobre a importância de um corretor de imóveis, afinal muitos consideram que comprar, vender ou alugar um imóvel seja uma tarefa fácil. Mas isso vale a pena? Por que correr o risco de ter problemas ou cair em armadilhas, se existe um profissional preparado para intermediar as operações imobiliárias e dar a segurança que o comprador e vendedor merecem.

A figura do corretor de imóveis surgiu no século XX, durante o governo de Getúlio Vargas, quando foram criadas as primeiras leis trabalhistas. Hoje, ela é regulamentada e o exercício ilegal da profissão é crime.

Para entender mais sobre a importância do corretor de imóveis no mercado, Ana Paula Ribas, dá detalhes de como funciona o trabalho e o que as pessoas devem priorizar em seus negócios. Confira:

Qual é a função de um corretor de imóveis?


O profissional deve ser registrado junto ao Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI), pois será especializado e capacitado para divulgar e negociar a venda ou locação de imóveis. O técnico precisa ter conhecimento da região onde atua e experiência para fazer a avaliação dos imóveis, fornecendo condições e valores de mercado atualizados, para que o cliente e o corretor não criem expectativas na tramitação do negócio.

É necessário ter conhecimento de documentação e legislação imobiliária, pois o papel do corretor é primordial para que seja preservado o sigilo das negociações, exercendo uma análise do possível interessado por meio de uma triagem e assim conhecendo as necessidades e o perfil de ambos.

Qual é a importância de fazer negócios com uma imobiliária?


É necessário avaliar se a imobiliária possui o registro junto ao CRECI, em conformidade jurídica, ou seja, deve estar constituída formalmente e inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). Além disso, é conveniente o espaço físico para os atendimentos aos clientes, proporcionando credibilidade para ambos.

Um imóvel cadastrado em uma imobiliária possui boa visibilidade e a sua apresentação geralmente ocorre em um ambiente propício, em salas especificas de atendimento, transmitindo seriedade, conforto e comprometimento com o cliente.

O respaldo jurídico também é um dos pontos fortes de uma imobiliária, que acompanhará todas as etapas da comercialização; assim, o cliente sente-se mais confiante em fornecer seus dados com segurança.

Por que ter o CRECI?


O Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI) é o órgão que garante o registro do profissional ao corretor imobiliário. Esse Conselho é responsável por fazer a fiscalização tanto dos corretores quanto das imobiliárias e serve de apoio aos locadores, locatários, compradores e vendedores de imóveis. O profissional de corretagem deve, primeiramente, fazer um curso técnico profissionalizante, denominado Técnico em Transações Imobiliárias (TTI), que o certifica e o torna apto a exercer a função de corretor de imóveis.

O exercício ilegal da profissão, sem o registro junto ao órgão, trata-se de uma contravenção.

E imobiliárias e corretores sem CRECI? Como o consumidor deve fazer?


Os consumidores devem ficar atentos e certificar por meio de consulta no site ou telefone do próprio Conselho (CRECI) se o vendedor possui o registro junto ao Conselho e, se está em dia em relação ao pagamento da anuidade. É simples; basta solicitar a apresentação da carteirinha de corretor, emitida pela própria instituição.

A carteirinha possui dados pessoais, foto e ano vigente, bem como sua validade pelo período de 365 dias (1 ano). Caso apresente alguma irregularidade na consulta, o cliente deverá atentar-se por se tratar de uma pessoa não autorizada legalmente para efetivar a transação. O cliente, por meio do site, poderá denunciar tanto o suposto corretor, quanto a imobiliária que o apresentou.

Quais são os riscos de comprar imóveis sem profissionais especializados?


A falta de experiência no mercado imobiliário pode colocar a negociação em sérios riscos. A contratação de uma imobiliária ou corretor credenciado proporciona segurança na venda do imóvel e segurança de ambas as partes.

É de extrema importância a negociação ocorrer com um profissional especializado que sabe como proceder, evitando prejuízos ou transtornos.

Por falta de conhecimento e legitimidade, a comercialização do imóvel, sem a figura do Corretor de Imóveis, e sim por intermédio de um pseudocorretor, poderá tornar-se um caos irreversível, seja pela apresentação da localização do imóvel erradamente, documentação em inconformidade, ausência de respaldo judicial, negociação sem fundamentos legais e as transações financeiras.

Por que comprar/investir em imóveis?


Um imóvel é um patrimônio físico e se for bem adquirido e investido pode ser fonte de renda vitalícia, caso o dono opte pela locação, já que as pessoas sempre precisarão de moradia e espaços comerciais.

O imóvel por si mantém seu valor e muitas vezes valoriza mais do que a simples correção do dinheiro investido. São considerados investimentos de baixo risco.

Um dos principais fatores de sucesso ao investir em imóveis é reconhecer o momento certo de comprar, analisando as oportunidades do mercado. A melhor forma de saber se um imóvel está sendo oferecido a um bom preço é observar o valor médio de outros imóveis na região.

A localização do imóvel também é extremamente importante. É necessário analisar as regiões que possuem um potencial de valorização maior do que outras. A infraestrutura local e possíveis investimentos na região são pontos relevantes no momento da escolha de onde investir.

Além disso, a finalidade do imóvel precisa ser compatível com a sua localização. Um imóvel residencial deve estar localizado em uma área residencial, e o comercial deve, preferencialmente, estar em uma área comercial.

Redação Agência IN - Publicado originalmente em Orientação ao Consumidor

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Como declarar venda de imóveis no Imposto de Renda

Além de informar a compra e a posse de um imóvel na Declaração de Imposto de Renda, o contribuinte também deve informar ao Fisco a venda ou doação do bem quando ele deixar de fazer parte do seu patrimônio.

Veja como declarar a compra e a posse de imóveis no IR 2016

Da mesma forma que a posse de imóveis de valor superior a 300 mil reais obriga o contribuinte a declarar o IR, ainda que ele não se encaixe nas outras regras de obrigatoriedade de declaração, quem obteve lucro com a venda do imóvel em 2015 também está obrigado a declarar, mesmo que a operação seja isenta de Imposto de Renda (veja mais detalhes sobre as regras de isenção no final da matéria).

Imóvel vendido em 2015


O contribuinte que vendeu o imóvel no ano passado pode preencher o Programa de Ganhos de Capital (GCap) ao concluir a venda, mesmo que a operação seja isenta de Imposto de Renda ou tenha gerado prejuízo. O programa auxiliar pode ser baixado no site da Receita.

Joaquim Adir, supervidor nacional do Imposto de Renda da Receita Federal, ressalta que, apesar de opcional, o preenchimento do programa é recomendável. "O GCap permite calcular o tributo devido sobre o lucro obtido na venda do imóvel e, posteriormente, importar os dados diretamente para a declaração do Imposto de Renda".

Se a venda gerar algum ganho de capital (lucro) o preenchimento do GCap é obrigatório e o tributo sobre o lucro obtido, de 15%, deve ser pago até o último dia útil do mês posterior ao da transação.

Caso não tenha recolhido o imposto no prazo certo, o contribuinte deve preencher o programa GCap para calcular o tributo devido e, depois, baixar o programa Sicalc, que irá emitir o boleto para pagamento do imposto (Darf) já com o acréscimo de juros e multas.

No momento de preencher a Declaração de Ajuste Anual, basta importar as informações incluídas no GCap para o programa gerador da declaração na aba “Ganhos de Capital”, ao clicar no item “Importação GCap 2015” (veja o passo a passo).

 Ao incluir o arquivo no programa gerador, o lucro obtido na operação será inserido de forma automática na ficha “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva”.

Se a operação for isenta de Imposto de Renda, o valor será transferido, também de forma automática, para a ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.

O contribuinte deverá também excluir o imóvel da ficha “Bens e Direitos”.  Para isso, abra a ficha, selecione o imóvel que já estava declarado, e clique em editar, no canto inferior direito da tela. Depois, basta repetir no campo "Situação em 31/12/2014” o valor do imóvel que já havia sido informado na declaração anterior e zerar o campo "Situação em 31/12/2015”.

Na coluna “Discriminação”, informe que a venda foi realizada, incluindo o nome e CPF ou CNPJ do comprador e o valor pelo qual o imóvel foi vendido.

Se o comprador tiver adquirido o imóvel por meio de financiamento, essa informação e o nome do banco que concedeu o crédito para o pagamento do imóvel também podem ser incluídos no campo.

Caso o contribuinte tenha comprado e vendido o imóvel em 2015, as informações sobre a unidade não devem ser inseridas na ficha “Bens e Direitos”.

Venda do imóvel financiado


O lucro obtido na venda de um imóvel em 2015, cujo financiamento não foi quitado, deve ser apurado de acordo com os valores efetivamente pagos pelo contribuinte no financiamento. Ou seja, se o vendedor quitou metade do valor do financiamento do bem, o contribuinte deverá declarar apenas a venda desse valor.

O lucro que será informado no GCap também deve ser proporcional à essa fatia já paga do imóvel, caso a venda da unidade não seja isenta do Imposto de Renda.

Após realizar esse cálculo, o lucro da transação deve ser declarado pelo contribuinte seguindo o mesmo procedimento do tópico anterior. O imóvel também deve ser excluído da ficha “Bens e Direitos”.

Venda de imóvel com recebimento do pagamento em parcelas


Se os pagamentos pela venda do imóvel no ano passado foram ou ainda estão sendo recebidos de forma parcelada, o vendedor deve preencher o GCap com a data do contrato e o valor total da venda, com a ressalva de que os valores estão sendo recebidos a prazo.

Dessa forma, o programa auxiliar da Receita irá emitir Darfs proporcionais aos valores recebidos pelo contribuinte. Ou seja, os impostos a serem pagos também serão proporcionais às parcelas recebidas.

Ao receber cada pagamento, o vendedor terá até o último dia útil do mês posterior à data de quitação da parcela para recolher o Imposto de Renda proporcional ao valor.

Se o vendedor continuar a receber os pagamentos neste ano, o contribuinte deve informar no GCap que o restante do valor será recebido em 2016.

Imóveis doados


A doação de um imóvel não gera lucro ao proprietário e é isenta de Imposto de Renda. Apenas quem recebe o imóvel doado pode ter de pagar um tributo estadual, o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações (ITCMD ou ITD), cuja sigla, limite de isenção e valor variam conforme o estado.

O imóvel doado em 2015 deve ser informado pelo contribuinte na ficha “Bens e Direitos”. Na linha referente ao imóvel, o doador deve informar a transferência e incluir os dados do beneficiário.

No campo “Situação em 31/12/2014”, repita o preço de aquisição do imóvel, informado na declaração anterior, e zere a coluna “Situação em 31/12/2015”.

A transferência do bem também deve ser informada na ficha “Doações Efetuadas”. O contribuinte deve preencher o campo “Discriminação” com os dados do beneficiado e o valor do imóvel doado.

Isenção do imposto sobre a venda


O Imposto de Renda que incide sobre o lucro da venda de imóveis é de 15%. No entanto, a operação é isenta do pagamento do pagamento do imposto se o contribuinte vender seu único imóvel por valor igual ou inferior a 440 mil reais, desde que não tenha vendido outra unidade nos últimos cinco anos.

Também é isento o ganho de capital obtido na venda caso o imóvel tenha sido adquirido até 1969. Imóveis comprados antes de 1988 não têm isenção, mas contam com um percentual fixo de redução sobre o ganho de capital, que varia de acordo com o ano de aquisição ou incorporação do imóvel.

Um imóvel comprado em 1988, por exemplo, conta com um fator de redução de 5% sobre o imposto que incide sobre o ganho de capital; para imóveis comprados em 1980 o fator é de 45%; e para imóveis comprados em 1970 o fator redutor é de 95% (confira os percentuais de redução válidos para cada ano no item 609 do Perguntão da Receita Federal).

O contribuinte também não paga tributos sobre a transação caso o lucro da venda do imóvel seja usado para a compra de outra unidade residencial situada no Brasil no prazo de 180 dias.

Nesse caso, é possível utilizar todo o dinheiro da venda para a compra de um ou mais imóveis residenciais e obter isenção total do imposto sobre os valores ou utilizar apenas parte do dinheiro obtido na venda do imóvel para essa finalidade e pagar a alíquota proporcional ao valor restante.

É necessário apontar a opção na hora de preencher o GCap para utilizar o benefício. O benefício pode ser usado apenas uma vez a cada cinco anos.

Vale ressaltar que, caso não utilize o benefício fiscal ou parte dele após os 180 dias, o contribuinte deve pagar o imposto sobre o ganho de capital, acrescido de juros de mora, calculados a partir do segundo mês subsequente ao do recebimento do valor do imóvel vendido. Além disso,  se o imposto não for pago em até 210 dias contados da data da celebração do contrato, também é acrescida uma multa, de mora ou de ofício, calculada a partir do segundo mês seguinte ao do recebimento do valor do imóvel vendido.

Publicado originalmente na coluna SEU DINHEIRO da Revista Exame 

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Vem aí o Jurerê Jazz Festival 2016

Evento que acontecerá de 20 de abril a 1º de maio trará para Florianópolis  22 shows em 12 dias de muita música. Confira a programação no final do post.

Atualmente um dos mais importantes eventos de música do país, o Jurerê Jazz Festival voltará a agitar a cena cultural de Florianópolis entre os dias 20 de abril e 1º de maio com shows de grandes nomes nacionais e internacionais em oito locais diferentes da cidade. Das 22 apresentações, 15 serão gratuitas e abertas ao público. Serão shows de jazz, blues, samba, bossa nova, MPB, instrumental, eletrônico dentre outros estilos. Os organizadores esperam um público em torno de 50 mil pessoas.

Locais das apresentações

Os shows acontecem principalmente em Jurerê Internacional: no Jurerê Open Shopping  (área coberta na Plataforma Zero), P12, Donna, Jurê, Second e IL Campanario Villaggio Resort. Vários pontos da cidade, como os terminais de transporte coletivo e unidades da APAE, também terão apresentações livres. Outros shows acontecerão nos teatros do CIC e TAC.

Paralelamente ao festival haverá duas edições da Feijoada com Samba Jazz e Chorinho no Jurê, com craques dos dois estilos.

O Jurerê Jazz Festival

O festival de música que acontece uma vez por ano em Florianópolis e integra a programação permanente do Jurerê Jazz, tem entre seus objetivos principais aumentar a oferta de produtos culturais e shows na cidade aproveitando a vinda de artistas internacionais ao Brasil, dar visibilidade para os artistas locais, democratizar o acesso à música através das apresentações gratuitas e atrair e fomentar o turismo cultural.

Desde a primeira edição, em 2011, o Jurerê Jazz Festival vem crescendo em qualidade e ampliando sua programação. “Minha meta não é que seja o maior festival do Brasil, mas que tenha cada vez mais qualidade, atrações de peso e seja reconhecido por respeitar os artistas e o público”, afirma Abel Silva, produtor cultural e curador do festival.

O Jurerê Jazz Festival é patrocinado pela Prefeitura Municipal de Florianópolis e pela Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. O evento tem ainda o patrocínio de Jurerê Internacional, Sekai Mitsubishi, Engie, Tractebel Energia, Komport Comercial Importadora. Apoio cultural: Hospital Baía Sul, Clínica Imagem, Grupo Novo Brasil, Eletrobrás/Eletrosul, Ministério de Minas e Energia e Governo Federal. Promoção Itapema FM.

Programação:

20.04 a 01.05
JURERÊ JAZZ FESTIVAL 2016
20.04 – quarta
20:00:00
Souvenirs
IL Campanario
21.04 – quinta
19:00:00
Fernando Bailão
Jurerê Open Shopping
20:00:00
Rivo Trio + Gabriel Grossi
Jurerê Open Shopping
22.04 – sexta
18:00:00
Jurerê Open Shopping
20:00:00
Moods Convida Emilia Carmona
Jurerê Open Shopping
22:00:00
Phillippe Cohen Solal (Gotan Project)
DONNA
23.04 – sábado
13:00:00
Feijoada com Samba Jazz e Chorinho
Jure
15:00:00
No Dorso do Rinoceronte
Jurere Open Shopping
17:00:00
TBZ Blues
Jurerê Open Shopping
18:30:00
Cristiano Ferreira Convida Solon Fishbone
Jurerê Open Shopping
20:00:00
Nuno Mindelis
Jurerê Open Shopping
24.04 – domingo
17:00:00
Souvenirs
DONNA
26.04 – terça
19:30:00
DUO FINLANDIA
TAC
27.04 – quarta
21:00:00
Leny Andrade e Banda Sambop
CIC
28.04 – quinta
20:00:00
JAM SESSION
IL Campanario
29.04 – sexta
19:00:00
Coletivo T.A.E
Jurerê Open Shopping
20:00:00
Carlos Malta e Pife Muderno
Jurerê Open Shopping
23:00:00
Marcelinho da Lua
Second
30.04 – sábado
13:00:00
Feijoada com Samba Jazz e Chorinho
Jure
19:00:00
Ricardo Capraro Quinteto
Jurerê Open Shopping
20:00:00
The Ipanemas
Jurerê Open Shopping
23:00:00
Marcelinho da Lua
Second
01.05 – domingo
14:00:00
BossaCucaNova Convida MONOBLOCO
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