Tradutor / Translate

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Tecnologia em Florianópolis: setor fatura R$ 4,3 bi e emprega mais de 17 mil

Um setor que emprega mais de 17 mil pessoas, fatura cerca de R$ 4,3 bilhões por ano e que apresenta os maiores índices de crescimento na comparação com outras regiões do país. Estes são alguns números que mostram o desenvolvimento do setor de tecnologia na Grande Florianópolis, que se consolidou nos últimos anos como a principal atividade econômica da região.


Segundo o estudo Acate Tech Report 2015, divulgado pela Acate (Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia) em conjunto com a Neoway, a Grande Florianópolis concentra 37% das 2.900 empresas de TI do Estado - à frente do Vale do Itajaí (28%) e do Norte catarinense (19%).
 Na comparação com outros 12 polos nacionais, a capital catarinense foi a que mais se desenvolveu no setor de tecnologia em 2015: 6,9% de crescimento naquele ano, enquanto o Brasil andou de lado, com uma leve queda de 0,1%. Ao considerar o faturamento médio, o polo de Florianópolis é o terceiro maior do Brasil, com R$ 4,7 milhões por empresa. Nesse quesito, a capital catarinense perde apenas para os polos tecnológicos de Campinas (SP) e Rio de Janeiro.
Outro dado do Tech Report mostra como a sociedade local já respira tecnologia: a cada 100 mil habitantes, 2.900 atuam em empresas de TI, a maior densidade do país - Manaus, a segunda colocada, tem uma proporção de 2.000 trabalhadores no setor a cada 100 mil habitantes.
"Temos um forte e diferenciado ecossistema de inovação e nosso sonho grande é, num período de 10 a 15 anos, tornar o setor de tecnologia a maior indústria do estado", aponta Daniel Leipnitz, presidente da Acate.
O otimismo se deve não somente ao número de novas empresas que surgem e crescem, gerando empregos e atraindo talentos à Capital, mas também em função de um ecossistema de apoio a novos empreendedores. São programas de capacitação, aceleradoras, incubadoras, rede de investidores anjo e fundos de capital de risco que formam um ciclo completo de desenvolvimento para quem pensa em criar sua própria startup.
A maioria das empresas de tecnologia estão concentradas no Norte da ilha, região autossuficiente e em alto desenvolvimento.
Os players do ecossistema de tecnologia e inovação em Florianópolis:
Programas de capacitação:
Sinapse da Inovação
StartupSC
Incubadoras:
MIDI Tecnológico
Celta
Aceleradoras:
Inove Senior
Link Lab ACATE;
Darwin Starter
Programas de acesso a capital, gestoras e fundos de investimento:
Rede de Investidores Anjo de Santa Catarina;
BRDE Inova;
Bzplan;
Cventures;
Criatec.
Centros de Inovação e Parques Tecnológicos:
ParqTec Alfa;
Centro de Inovação ACATE/Primavera;
Sapiens Parque;
Fonte: ndonline.com.br

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Encantos do norte de Florianópolis

              Florianópolis é frequentemente mencionada como uma das melhores cidades do Brasil para se viver. As belezas naturais, as alternativas em entretenimento, gastronomia e lazer, os incentivos de inovação e os polos universitários colaboram para a elevação da qualidade de vida e do desenvolvimento de seus habitantes.
Uma cidade de distintas características e paisagens, com estrutura influenciada pelas particularidades de cada região. Na parte Norte, o relevo pouco acidentado e a extensa procura pelas praias de mar calmo levou à ampla e diversificada estruturação dos bairros aqui localizados.
Basta um giro pelos bairros da região para perceber suas semelhanças e o padrão de vida encontrado entre as rodovias, ruas e avenidas que dão vida à zona norte da Ilha. Desde às margens de Santo Antônio de Lisboa, passando pelos atrativos mais badalados de Jurerê e Canasvieiras, a predominância residencial da Cachoeira e de Ponta das Canas às bem frequentadas praias dos Ingleses e Brava.
Uma zona que se adapta e interage com as necessidades de seu moradores e visitantes, oferecendo-lhes o conforto e a acolhida típica dos nativos da Ilha, encantando a todos que por aqui passam, na busca de um ambiente igualmente tranquilo e utilitário, onde se está próximo do mar, das pessoas e das necessidades do cotidiano.
Autossuficiente em boa parcela de suas atribuições, tem-se de tudo por perto. Nos dias de trabalho: os escritórios, o comércio e as vias de deslocamento. Nos momentos de folga: o mar, a vida noturna e as inúmeras opções gastronômicas.

Conhecendo e desfrutando de todos os seus atrativos, o Norte da Ilha de Florianópolis revela sua primordial característica: uma região de moradia tranquila, bem equipada e diversificada. Para quem é do mar, da cidade, do descanso e do agito: tem de tudo em um lugar só.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Florianópolis é a segunda melhor capital para se viver no país


Além de ser um ótimo destino para os turistas, Florianópolis também foi escolhida como a segunda melhor capital para se viver no Brasil, ficando atrás apenas de Curitiba. 
A informação faz parte do estudo Desafios da Gestão Municipal, feito pela Macroplan Prospectiva Estratégia & Gestão com dados de 2005 e 2015. As avaliações levam em conta indicadores divididos em quatro áreas: educação e cultura, saúde, segurança e saneamento e sustentabilidade.

Confira abaixo o Ranking das 10 melhores capitais para se viver:

1º Curitiba - PR
2° Florianópolis - SC
3° Vitória - ES
4º Belo Horizonte - MG
5° São Paulo - SP
6º Palmas - TO
7° Campo Grande - MS
8° Rio de Janeiro - RJ
9° Goiânia - GO
10º Porto Alegre - RS
Entenda o estudo 
- O levantamento Desafios da Gestão Municipal considera quatro áreas para formar o índice-base do ranking, o IDGM. Os setores englobados são saúde, educação, segurança e infraestrutura e sustentabilidade e a comparação é entre os anos de 2015 e 2005. Os dados usados para fazer o ranking são públicos e divulgados pelos governos federal, estaduais e municipais.
- No caso da saúde, são considerados os itens taxa de mortalidade infantil, percentual de cobertura das equipes de atenção básica, taxa de mortalidade prematura por doenças crônicas não transmissíveis e proporção de nascidos vivos com mães com 7 ou mais consultas de pré-natal.
- Na educação, considera-se os itens Ideb ensino fundamental I (notas das escolas públicas), IDEB ensino fundamental II (notas das escolas públicas), taxa de matrículas em creche sobre o total de crianças entre 0 e 3 anos e a taxa de matrículas em pré-escola sobre o total de crianças entre 4 e 5 anos de idade.
- No caso da segurança, leva-se em conta a taxa de homicídios e a taxa de óbitos no trânsito (por 100 mil habitantes).
- Na infraestrutura e sustentabilidade, considera-se o índice de esgoto tratado, o índice de atendimento de água, a taxa de perdas na distribuição de água e a taxa de cobertura de coleta de lixo domiciliar.
Fonte: http://dc.clicrbs.com.br/sc em 24/04/2017

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Novembro é musical no TAC 7:30, em Florianópolis


- Grupo Nosso Choro -
O mês de novembro será totalmente dedicado à música no projeto TAC 7:30, promovido todas as terças-feiras pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) no palco do Teatro Álvaro de Carvalho. A programação conta com o som de Serginho Almeida (1º/11), Cássio Moura (8/11), Grupo Vai Como Der (15/11), Tao Orquestra (22/11) e Lily Blumerants e Joinville Jazz Big Band (29/11). As apresentações começam sempre às 19h30 e têm ingressos a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada).

Saiba mais sobre as atrações:


1º de Novembro - Serginho Almeida - Lançamento do CD Maloya


  • O cantor e compositor Serginho Almeida lança seu segundo álbum autoral, Maloya, fruto de sua brasilidade com influência de shows, intercâmbio e pesquisa pela Argentina e pela Espanha. Uma linda trajetória que mistura música, vivência teatral e resulta na inquestionável variação rítmica deste disco, que tem direção de Guinha Ramires e participação de Alessandro Krammer, Endrigo Bêttega e outros grandes músicos. Nessa obra, Serginho Almeida traz novamente uma canção em tupi-guarani, a exemplo do que ocorreu no disco Lua na Ilha.

8 de Novembro - Cássio Moura – Lançamento de CD


  • Cassio Moura é guitarrista, compositor, produtor musical e professor de música. Neste show, apresenta dez composições autorais, todas registradas no CD homônimo gravado em 2015, ao lado dos músicos Fábio Mello (sax tenor e soprano), Cristian Faig (flauta), Edilson Forte “Tatu” (piano digital e acústico), Arnou de Melo (baixos elétrico, fretless e acústico), Mauro Borghezan (bateria) e participação especial de Felipe Arthur Moritz (flauta em sol).
    O novo trabalho de Cássio Moura é voltado à música instrumental, com influências que vão do jazz à bossa nova, passando pelo choro e pela MPB. O álbum foi gravado por meio de projeto aprovado junto à Lei Municipal de Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes.

15 de Novembro - Vai Como Der - Choro


  • O Vai Como Der nasceu em 2015, pelas mãos do músico Wagner Segura, a partir de uma fusão de alunos do centro musical que leva seu nome com o Grupo Nosso Choro, presente no meio musical da década de 1990 em Florianópolis. Une diferentes gerações em torno da música essencialmente instrumental que pretende manter vivo o choro no cenário cultural catarinense.
    Neste show, o grupo, acompanhado de convidados especiais, além de relembrar autores consagrados do gênero como Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo e Pixinguinha, também irá apresentar composições de Piazzola, Sivuca, Dominguinhos, entre outros. O repertório é resultado de uma seleção criteriosa, com arranjos que valorizam as composições e a variedade dos timbres dos instrumentos utilizados.

22 de Novembro - Tao Orquestra


  • A Tao Orquestra é um septeto que desenvolve música instrumental autoral. Há dois anos promove projeto que abraça a música brasileira, africana, indiana e árabe, e adiciona os temperos musicais oriundos da trajetória de cada integrante. Como ponto de partida para sua criação o grupo optou, à semelhança das orquestras, por contar com naipes de cada uma das famílias instrumentais: sopros, cordas e percussão. A orquestra é formada por Fábio Mello (sax soprano, tenor, barítono e flauta transversal), Juliana Schmidt (violino), Larissa Galvão (piano), Ivan Vendemiatti (bansuri), Tie Pereira (contrabaixo), Eduardo Vidili (bateria e percussão) e Alexandre Damaria (percussão).

29 de Novembro – Lily Blumerants e Joinville Jazz Big Band


  • Lily Blumerants é cantora e compositora com mais de 30 anos de carreira, sete álbuns e dois DVDs. Transita pelo universo jazzístico, divulgando a música brasileira em turnês pela Europa. Neste show, compartilha o palco com a Joinville Jazz Big Band, interpretando canções autorais do disco Criaturas, gravado com a participação de Jacques Morelenbaum.
    A Joinville Jazz Big Band surgiu há cinco anos, idealizada pelo saxofonista Gledison Zabote. Atualmente tem a direção musical, arranjos e regência do músico argentino Marcos Archetti e é formada por 17 instrumentistas, divididos em quatro naipes: saxofones/flautas, trombones, trompetes e seção rítmica.

Serviço:


  • O quê: TAC 7:30
  • Quando: sempre às terças-feiras, às 19h30min
  • Onde: Teatro Álvaro de Carvalho (TAC) - Rua Marechal Guilherme, 26 - Centro - Florianópolis (SC)
  • Ingresso: R$ 20 inteira; R$ 10 meia-entrada.
  • Informações: (48) 3665-6401 / www.fcc.sc.gov.br/tac730 

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Ação retira 100 metros de redes prejudiciais à vida marinha

Iniciativa fez parte do projeto Limpeza dos Mares, da Acatmar

Em sua terceira temporada e com oito etapas realizadas, o projeto Limpeza dos Mares, capitaneado pela Associação Náutica Brasileira (Acatmar), realizou no último sábado, 21 de outubro, a segunda ação deste ano, desta vez para a retirada de redes fantasma na Reserva Marinha da Ilha do Arvoredo (pequeno arquipélago oceânico, visível da costa norte da Ilha de Santa Catarina). A entidade foi a convite do ICMBio, que fiscaliza a reserva.

O evento partiu do trapiche de Canasvieiras desta vez com destino a Ilha das Galés, pertencente à reserva e próxima ao município de Bombinhas, no litoral norte de Santa Catarina. “No local existe um navio cargueiro afundado, que se tornou um criadouro natural de peixes e encontrava-se envolto em várias redes de pesca. Um grande matadouro para a vida marinha”, afirma Leandro ‘Mané’ Ferrari, presidente da Acatmar. Mais de 70 mergulhadores voluntários fizeram parte desta etapa que retirou cerca de 100 metros de redes abandonadas.

O projeto Limpeza dos Mares Acatmar já coletou mais de 27 toneladas de resíduos do fundo do mar em praias e costões.

                                                                               
Fonte: PalavraCom 

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Fatma intensifica fiscalizações no Norte da Ilha de Santa Catarina

Com a proximidade da temporada de verão, a Fatma intensifica a fiscalização no Norte da Ilha de Santa Catarina. O foco são os empreendimentos licenciados pela Fundação.

Foto: Cláudia De Conto
Os fiscais da Fundação do Meio Ambiente (Fatma) estiveram na quinta-feira, 20 de outubro, notificando hotéis da região de Canasvieiras, em Florianópolis. A ação faz parte do programa de Fiscalização Ambiental 2016 da Fundação. A partir deste mês, com a proximidade do início da temporada de verão, os trabalhos no Norte da Ilha de Santa Catarina serão intensificados.

A fiscalização acontecerá em hotéis com mais de 100 leitos, condomínios e prédios acima de 10 unidades, estações de tratamento e limpa-fossas, clubes recreativos e empreendimentos de grande porte. “A Fatma é responsável pela fiscalização daquilo que licencia. Na ação, cinco hotéis foram notificados a apresentar as licenças ambientais de operação em 10 dias úteis”, explica o diretor de Fiscalização, Antônio Anselmo Granzotto de Campos.

Ações conjuntas 


Além das ações de fiscalização, a Fatma vai reunir as prefeituras da Grande Florianópolis, vigilâncias sanitárias, órgãos ambientais e de saneamento municipais, a Polícia Militar Ambiental e a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan). O encontro, que acontecerá na segunda-feira, 24 de outubro, servirá para definir ações conjuntas para fiscalizar, monitorar e prevenir possíveis danos ao meio ambiente durante a temporada de verão.

                                                                               
Fonte: Cláudia De Conto / Ascom/Fatma

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Segundo o IBGE, Santa Catarina chega a 6,9 milhões de habitantes


Florianópolis teve o maior aumento nominal
Florianópolis teve o maior crescimento nominal - Foto: Paulo Simões
Conforme estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), divulgada no Diário Oficial da União de 30 de agosto, Santa Catarina soma 6.910.553 habitantes em 2016, Um crescimento de 1,3% em relação à estimativa de 2015  (91.363 moradores a mais). No Brasil, a população chega a 206 milhões.

O município mais populoso do Estado continua sendo Joinville, com 569.645 habitantes, 7.494 a mais do que a estimativa de 2015. Florianópolis teve maior crescimento nominal e chega à população de 477.798 moradores (8.108 a mais do que em 2015). Blumenau é a terceira cidade mais populosa de SC com 343.715 (4.839 a mais do que no ano passado).

A estimativa anual de população é um índice usado para definição de políticas públicas no país, como a divisão do Fundo de Participação dos Municípios e repasses do Ministério da Saúde, entre outras.

Santa Catarina tem 13 cidades com mais de 100 mil habitantes e 14 com menos de 2 mil.

Abaixo, a relação dos 10 municípios mais populosos e os 10 menos populosos de Santa Catarina:


10 cidades mais populosas (em número de habitantes):

  1. Joinville = 569.645
  2. Florianópolis = 477.798
  3. Blumenau = 343.715
  4. São José = 236.029
  5. Chapecó = 209.553
  6. Criciúma = 209.153
  7. Itajaí = 208.958
  8. Jaraguá do Sul = 167.300
  9. Palhoça = 161.395
  10. Lages = 258.620
10 cidades menos populosas (em número de habitantes):

  1.  Santiago do Sul = 1.341
  2. Lajeado Grande = 1.461
  3. Flor do Sertão = 1.597
  4. Paial = 1.607
  5. Presidente Castelo Branco = 1.630
  6. Jardinópolis = 1.649
  7. Tigrinhos = 1.707
  8. Barra Bonita = 1.764
  9. Macieira = 1.807
  10. São Miguel da Boa Vista = 1.860 
                                                                                 
Por Anderson Silva e Cristian Edel Weiss
(Diário Catarinense)