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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Casa de luxo de Florianópolis valoriza 1 milhão por ano

Até o mês passado, o apartamento ideal para Álvaro Souto e sua família tinha dois quartos e ficava no Centro de Florianópolis (SC). Quando comprou o imóvel, em 2005, ele desembolsou R$ 120 mil. Sete anos depois, com a notícia da chegada da segunda filha, um imóvel maior tornou-se necessidade: um espaço com pelo menos 100 m² de área útil, três quartos, duas garagens, infraestrutura para crianças e boa localização.

O apartamento da família foi colocado à venda por R$ 350 mil e vendido em 20 dias, com uma valorização de quase 200%. O novo imóvel, no entanto, ainda não foi encontrado a um preço acessível.

De acordo com Hélio Cesar Bairros, presidente da Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) da Grande Florianópolis, as belezas naturais e a infraestrutura da região, somadas à dificuldade de construir, sobretudo na ilha, faz com que os imóveis estejam entre os mais caros do país, com uma valorização média anual de 15% a 20%. Em 2007, a média do m² ficava em R$ 3 mil. Atualmente, o metro quadrado na capital custa cerca de R$ 5,5 mil.

“A cidade possui uma restrição de terrenos por dois motivos: a própria característica geográfica e as áreas de preservação permanente, que restringem a expansão urbana. Assim, a grande procura por imóveis bem localizados leva a um aumento natural nos seus preços”, afirma o presidente.

Em bairros mais afastados do Centro da cidade, como Ingleses e Rio Tavares, o m² pode ser encontrado por R$ 2,8 mil. Em contrapartida, na Avenida Beira-Mar Norte, pela localização e falta de espaço para construir novos empreendimentos, o m² chega a custar R$ 7 mil.

Em Jurerê Internacional, o bairro mais caro de Florianópolis, o preço por m² varia de R$ 7 mil a R$ 14,5 mil, segundo o Sinduscon. De acordo com Plínio Cardozo, da Jurerê Class Imóveis, a valorização anual no bairro é de 25%. Uma das casas mais caras à venda em sua imobiliária custa R$ 13 milhões. O imóvel, de 1,1 mil metros quadrados de área construída, piscina, churrasqueira e acabamento de alto padrão, custava cerca de R$ 5 milhões há cinco anos - uma valorização de mais de R$ 1 milhão por ano.

No bairro, não faltam opções de luxo. Uma das residências, que sai por R$ 10,9 milhões, tem até elevador. O imóvel conta com oito banheiros, sete quartos, além de apartamento de hóspedes com dois dormitórios.

Casa à venda por R$ 13 milhões em Jurerê Internacional (Foto: Divulgação/Jurerê Class)Casa à venda por R$ 13 milhões em Jurerê Internacional (Foto: Divulgação/Jurerê Class)
Os imóveis de alto padrão são os principais responsáveis pela elevação dos preços, segundo o presidente da Sinduscon. Hélio Bairros diz que a valorização é verificada principalmente nos imóveis das classes A e B, devido à localização privilegiada e itens específicos de acabamento, que se tornaram mais caros recentemente. Na imobiliária Mar de Jurerê, a casa mais cara à venda custa R$ 16 milhões - R$ 5 milhões a mais que em 2007.

Busca pelo imóvel
Para Álvaro Souto, a principal dificuldade para encontrar um novo imóvel não é a falta de oferta, mas a especulação, que deixa os valores acima do preço de mercado. "Os apartamentos de três quartos são pequenos, dificilmente têm duas garagens, além da infraestrutura e localização de que preciso. Quando têm, como algumas opções que encontrei no Centro, o valor dos imóveis chega a R$ 1 milhão.”

A solução foi procurar por regiões relativamente próximas ao Centro, como Itacorubi, Parque São Jorge e João Paulo, cujo preço do m² é de cerca de R$ 5,5 mil. Para outros, a saída encontrada é buscar imóveis em cidades próximas, como Palhoça. Segundo Hélio Bairros, por causa de incentivos públicos com obras de infraestrutura, muitas empresas se transferiram para a região.

Bairros acredita que o setor não vai parar de crescer, embora o momento seja de ajustes. “Os maiores desafios da construção civil continuam sendo a escassez de terrenos e mão de obra qualificada, a burocracia e a alta carga tributária. Para evitar a queda de preços nos imóveis, uma tendência é a redução de lançamentos e a venda dos apartamentos já prontos. Mesmo assim, a perspectiva é positiva. Quem escolhe um imóvel, continua fazendo um excelente negócio”, diz.

Enquanto isso, Álvaro e a família continuam a busca pelo apartamento ideal, mas sem pressa. “Acredito que vou encontrar a melhor opção, que reúna o que procuramos e se encaixe em nosso orçamento.”


Preço do m² por região em Florianópolis
Jurerê Internacional de R$ 7 mil a R$ 14,5 mil
Beira-Mar Norte de R$ 6 mil a R$ 7 mil
Agronômica, Centro, João Paulo e Parque São Jorge     de R$ 5 mil a R$ 6 mil
Campeche, Córrego Grande, Itacorubi, Lagoa da Conceição e Trindade     de R$ 5 mil a R$ 6 mil
Canasvieiras, Coqueiros e Cachoeira do Bom Jesus     de R$ 3,5 mil a R$ 4 mil
Ingleses, Rio Tavares e Bom Abrigo     de R$ 2,8 mil a R$ 3,5 mil
Fonte: Sinduscon

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Brasil ocupa quarta posição mundial em construções sustentáveis


O Brasil já ocupa a quarta posição no ranking mundial  de construções sustentáveis, de acordo com o órgão internacional Green Building Council (US GBC). O primeiro prédio sustentável brasileiro foi registrado em 2004. O conceito começou a ganhar força a partir de 2007. De 2007 até abril de 2012, o Brasil registra um total de 526 empreendimentos sustentáveis, sendo 52 certificados e 474 em processo de certificação no US GBC. Até 2007, eram apenas oito projetos brasileiros com esta certificação.

O ranking mundial é liderado pelos Estados Unidos, com um total de 40.262 construções sustentáveis, seguido pela China, com 869, e os Emirados Árabes Unidos, com 767. Para Marcos Casado da GBC Brasil, as construções sustentáveis são uma tendência mundial. “A gente tem hoje, só em certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design) no mundo, mais de 60 mil projetos. Então, é uma tendência muito grande e a gente percebe que  esse número cresce a cada dia”.

Desde agosto do ano passado, vem sendo registrado pelo menos um projeto por dia útil no Brasil, buscando certificação. Marcos Casado estima que até o fim deste ano, o número de empreendimentos sustentáveis brasileiros em certificação alcance entre 650 e 700.

Os chamados prédios verdes não têm, entretanto, nível de emissão zero de gás carbônico. “Mas a gente reduz muito esses impactos”, explicou o gerente. Em vários países do mundo, já existem prédios autossustentáveis, que geram a própria energia que consomem e neutralizam o carbono emitido. Essa tecnologia, entretanto, ainda não foi implantada no Brasil.

Para os moradores de prédios sustentáveis, também há benefícios. “Para o usuário comercial ou residencial, a grande vantagem está no custo operacional, porque eu reduzo, em média, em 30% o consumo de energia, entre 30% e 50% o consumo de água, além de diminuir a geração de resíduos”. O custo operacional fica, em média,  entre 8% e 9%  mais barato do que em um prédio convencional.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Dicas de decoração de espaços com escadas

Você não escontra mais espaço na sua casa para armazenar, relaxar ou até mesmo fazer aquela estante de livros? Que al otimizar os espaços do seu imóvel, utilizando como apoio as escadas?

Veja algumas dicas criativas que separamos para nossos leitores:






Linha de azulejos tridimensionais do Lenny Kravitz

Além da sua atuação na música, o cantor Lenny Kravitz tem investido também no segmento de decoração. Em parceria com a marca italiana Lea Ceramiche, ele apresentou a sua coleção de azulejos tridimensionais.

A linha, intitulada de Goccia, possui design modular: cada peça é encaixada de maneira diferente, dando novas características ao revestimento. A proposta é criar uma sensação de movimento, a partir dos padrões côncavos e convexos e do contraste entre as cores claras e escuras.

Kravitz diz que criar produtos decorativos já se transformou em uma paixão, assim como a música. "Desde jovem eu vivo sozinho. Gosto de projetar objetos e ambientes", conta no vídeo de divulgação da Lea. Os azulejos da marca estiveram presentes no Salão de Milão deste ano.


segunda-feira, 16 de julho de 2012

Aluguel de imóvel por site poderá ter reclamação no procon

O turista que alugar um imóvel ou um cômodo a partir de sites de compartilhamento de casas tem direito a recorrer ao Procon ou à Justiça, caso alguma coisa dê errado. Mas isso depende de como foi fechado o aluguel, afirma Maria Selma do Amaral, coordenadora de atendimento do Procon-SP.

Quando o site funcionou como intermediário da negociação e recebeu percentual pela venda, é corresponsável por problemas que possam ocorrer, "mesmo que seus termos digam o contrário".

Nesse caso, Selma afirma que é possível recorrer ao Procon ou à Justiça, tanto contra a página quanto contra o proprietário. "O cliente está amparado pelo Código de Defesa do Consumidor por se tratar de relação de consumo, o que de certa forma lhe deixa mais protegido."

Aluguel para temporada incrementa renda, mas prática exige cuidados

Outra situação ocorre quando o site funcionou apenas como classificado. Se apenas hospedou o anúncio, sem participar da negociação, não pode ser entendido como intermediário.

"É como você ver um anúncio de uma casa no jornal. Não dá para dizer que o jornal tem culpa se a entrega do imóvel atrasa."

Nesse caso, ela indica acionar somente o proprietário na Justiça, mas dificilmente haverá amparo do Código de Defesa do Consumidor. "Em qualquer caso, primeiramente, cabe tentar uma solução amigável", recomenda.

Com informações Folha de S. Paulo

Grades de proteção podem virar obrigatoriedade de construtoras

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 3093/12, do deputado Dimas Fabiano (PP-MG), que torna obrigatória a instalação pelas construtoras de grades ou redes de proteção nas janelas, sacadas e mezaninos dos edifícios construídos em todo o país. Pela proposta, esses equipamentos de proteção deverão ser certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

A construtora não poderá cobrar qualquer valor a mais do comprador pela realização do serviço. Além disso, o futuro morador poderá optar ou não no ato da compra do imóvel pela instalação do equipamento.

O projeto estabelece também que, em caso de descumprimento, a construtora terá que pagar multa no valor de R$ 2 mil por cada unidade. Posteriormente, se o descumprimento persistir por 30 dias, a multa será cobrada em dobro.

O deputado Dimas Fabiano argumenta que sua proposta tem o objetivo de garantir mais segurança aos proprietários de imóveis, sem lhes gerar nenhum custo adicional. "Quando o cliente receber as chaves do seu imóvel os equipamentos de segurança em janelas e sacadas já deverão estar instalados, isto é claro, se tiver interesse na instalação dos equipamentos", afirma.

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Urbano e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Com informações Pense Imóveis

terça-feira, 10 de julho de 2012

Floripa, cidade para se investir em imóveis


Florianópolis é conhecida como Ilha da Magia, sendo uma cidade linda, moderna, lugar onde o novo e o antigo se encontram de forma harmoniosa, atraindo turistas nacionais e internacionais para contemplar a exuberância das praias e dos pontos turísticos que fazem parte da sua beleza.


Floripa, como é carinhosamente chamada, possui uma população aproximada de 430 mil habitantes. Com IDH de 0,875, é a capital brasileira com a mais alta qualidade de vida. Com infraestrutura de lazer, turismo, comércio e serviços, escolas e universidades e um dos melhores índices de segurança do país, fazem com que, a capital de Santa Catarina seja um dos melhores lugares do Brasil para se investir e viver.

A Capital de Santa Catarina cada vez mais recebe destaque no cenário internacional.  Uma matéria no jornal The New York Times colocou Florianópolis como um dos melhores lugares do mundo para se visitar. Já a revista americana Newsweek, classificou Florianópolis como uma das 10 cidades mais dinâmicas do mundo.

Em 2009 aconteceu na capital o Fórum Mundial do Turismo - WTTC Summit, que pela primeira vez foi realizado na América Latina e reuniu mais de 700 autoridades, empresários e as maiores lideranças do turismo mundial. Por isso, a cidade também esta se desenvolvendo no segmento de eventos, sendo palco de Congressos, Workshops e treinamentos que acontecem durante o ano todo no município.


Mas Florianópolis não é somente turismo. O setor de Tecnologia da Informação (TI) hoje é a principal atividade de arrecadação. O projeto denominado Sapiens Parque que já esta em andamento, irá colocar Ilha como uma referência mundial na área da inovação, da tecnologia e do conhecimento.

Outro setor que se desenvolve na região é o da construção civil. Para atender uma demanda cada vez maior de pessoas de outros estados brasileiros e mesmo de outros países que buscam Florianópolis para morar e viver, inúmeros empreendimentos e lançamentos imobiliários estão acontecendo na capital.

A maioria das pessoas que está vindo para a cidade vem não apenas para morar, mas também para investir e agregar, o que tem impulsionado o crescimento da cidade.

domingo, 8 de julho de 2012

Construções na Ilha da Magia geram debate sobre preservação

As demolições do bar da Praia Brava, no Norte da Ilha, com a derrubada do famoso Kioske do Pirata, trazem à tona uma discussão sobre a legalidade e o uso da costa de Florianópolis para levantar construções.

Atualmente, está em discussão o empreendimento do Parque Hotel Marina Ponta do Coral, na área central da cidade. Outros estabelecimentos conhecidos, como o Bar do Chico, no Campeche, também tiveram o mesmo fim do Kioske do Pirata, seja por falta de concessão, estar em área de preservação permanente ou por não ter autorização da União para uso de terras de marinha. Só no ano passado, a Fundação do Meio Ambiente de Florianópolis (Floram) demoliu 25 construções.


Ainda há 60 processos em tramitação no órgão, e na Justiça Federal, há 50 casos envolvendo pedido de derrubada de obras. O caso da Praia Brava, mostra a morosidade da própria prefeitura em realizar licitações. Em 2008, venceu o prazo concedido para o uso da estrutura no balneário.

De acordo com a administração municipal, foi feito um acordo nos anos 1980 que concedeu aos bares o direito de utilizar o espaço por 20 anos. O convênio foi feito na época em que a exigência da concorrência pública não existia.

Área verde poderá ser ampliada para 52%
Outro diferencial da Capital, que impacta no grande número de obras irregulares e procedimentos de demolições, é o perfil ambiental da cidade. Por Florianópolis ser uma cidade cercada por mar e ser rica em belezas naturais, exige o cumprimento de regras para erguer e fiscalizar obras e limita as possibilidades da construção civil.

A Capital tem 43% de área de proteção permanente (APP), onde o Código Florestal brasileiro proíbe edificações. Conforme a Floram, o novo Plano Diretor, ainda em discussão, prevê a ampliação das áreas verdes para 52%. Polêmica em Florianópolis e no país é a área de marinha, os 33 metros entre território e a preamar — médias das marés altas, com base no ano de 1831.


Complexo turístico na Ponta do Coral
A proposta que prevê um hotel de luxo, marina e parque público com investimentos da ordem de R$ 275 milhões, em área nobre no Centro de Florianópolis, conhecido como Parque Hotel Marina Ponta do Coral, também é outra construção polêmica na Ilha mesmo antes de sair do papel.

O projeto vem sendo trabalhado há quatro anos e ainda aguarda as licenças ambientais, que estão em análise na Fatma. Se a obra for autorizada, o empreendimento pode ser concluído entre três e quatro anos. Desde 2010, o Ministério Público Federal (MPF) acompanha a análise das documentações. O procurador Eduardo Barragan pediu análises de diferentes órgãos e explica que existem pendências nos estudos de impacto ambiental e de vizinhança e que a alteração do zoneamento da área não teria seguido os trâmites legais:

— Em 2005, a Câmara de Vereadores de Florianópolis aprovou a mudança de área verde de lazer para área turística exclusiva, possibilitando construções no espaço e não seguiu todos os trâmites legais na época, como, por exemplo, passar pela Comissão de Justiça antes da votação.
Em nota, a Hantei afirma que o licenciamento ambiental do Parque Hotel Marina Ponta do Coral está seguindo seu trâmite regular e que desde 1989 o zoneamento da área permite a construção de hotéis como o proposto.

Com informações Diário Catarinense - 08/07/12

terça-feira, 3 de julho de 2012

Quero morar em Floripa!


O sonho de muitos brasileiros é residir na capital de Santa Catarina, devido a suas belezas naturais, oportunidades de emprego no setor de tecnologia e serviços públicos, além da tranquilidade que a Ilha possui, mas para comprar uma residência ou apartamento, é necessário pesquisar preços, bairros e mais uma infinidade de coisas.

Para auxiliar você que está buscando um local para investir em Florianópolis, nós criamos este blog, com o intuito de auxiliá-lo na escolha, mostrando diversos imóveis da Ilha e por que um bairro é mais valorizado que outro, a distância geográfica das regiões e outras informações, que serão super úteis na hora da compra.

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