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terça-feira, 27 de abril de 2021

6 dicas para dar entrada em um imóvel



 Está pensando em comprar um imóvel, mas tem dúvidas sobre como conseguir o valor de entrada? Confira estas 6 dicas para facilitar sua aquisição!

Comprar um imóvel à vista é algo cada vez mais difícil e raro. Mesmo pessoas com poder aquisitivo mais alto preferem o financiamento imobiliário e, assim, precisam de um valor para a entrada.

Porém, na busca por alternativas, muita gente acaba tendo dúvidas sobre como alcançar essa meta. Uma coisa é certa: o planejamento é fundamental, pois juntar dinheiro para dar entrada num imóvel requer uma boa dose de esforço e organização financeira.

Isso porque, quanto maior o valor da entrada, menor será a quantia financiada, o que resulta em menor tempo de parcelamento e menos juros. Ou seja, ao dar uma entrada mais robusta na hora da compra, sua renda mensal será comprometida por um tempo reduzido, assim como o valor final do imóvel.

Por isso, se você está em busca de um novo imóvel, mas ainda busca meios de conseguir o valor de entrada para obter um financiamento, confira as dicas que preparamos!

Qual o valor médio para dar entrada num imóvel?

Tudo depende muito da renda do comprador. Geralmente, as instituições bancárias solicitam um valor mínimo de 20% a 30% do imóvel. Quer dizer que se ele custar R$ 500 mil, a entrada pode variar de R$ 100 mil a R$ 150 mil, em média. 

Além disso, o restante do valor que será financiado deve ser dividido de modo que as parcelas não ultrapassem 30% do total da renda mensal do comprador (essa renda pode incluir os demais membros da família).

Vale lembrar que quanto maior o valor de entrada, melhores são as condições para o financiamento!

Como dar entrada em um imóvel? Confira essas 6 dicas!

Antes de comprar um imóvel, é essencial compreender que o planejamento financeiro é extremamente importante. Afinal, essa é uma decisão que envolve investimentos de longo prazo, e influencia a rotina de toda a família.

Por isso, listamos a seguir 6 dias para lhe ajudar nesta empreitada e conseguir o máximo possível para dar a entrada no seu tão sonhado imóvel! Confira:

Dica 1: Aprenda a economizar

Num primeiro momento, pensar em economizar pode parecer um grande sacrifício. Afinal, estabelecemos um padrão de vida e, ao modificar nossos costumes, sentimos que estamos abrindo mão de certos "prazeres merecidos". 

Contudo, viver com menos pode, inclusive, ser mais prazeroso, à medida que evitamos desperdícios e gastos sem necessidade. Nesse sentido, buscar alternativas para economizar no dia a dia é uma boa forma de direcionar seu dinheiro para um objetivo maior: a compra de um imóvel.

Então, vale aqui procurar desenvolver um pensamento crítico sobre seus gastos e estilo de vida. Ponderar o consumo e tentar identificar o que é realmente necessário do que é supérfluo, reduzindo a compra por impulso, fará um bem maior para você e sua família.

Dica 2: Busque uma renda extra

Entre as alternativas para juntar dinheiro mais rápido e dar entrada num imóvel é buscar algum tipo de renda extra. Hoje, com a internet, existem diversas alternativas de negócio que podem ser desenvolvidas no tempo livre. 

Para alguns profissionais com maior conhecimento e especialidade em determinada área, oferecer consultorias pode ser uma boa saída, assim como criar conteúdos e oferecer cursos online.

Enfim, pesquise, leia e veja se essa pode ser uma forma de alcançar seu objetivo. Talvez uma promoção no trabalho ou algumas horas extras durante a semana também possam ajudar a atingir o objetivo.

Dica 3: Procure comprar um imóvel na planta

Se essa for uma possibilidade viável para você e sua família, opte por comprar um imóvel na planta. Assim, é possível aproveitar boas oportunidades, com valores mais acessíveis.

Caso não haja pressa para a mudança, um imóvel na planta oferece alguns benefícios, como a entrada facilitada. É bem comum que construtoras e incorporadoras parcelem o valor de entrada até a entrega do imóvel. Em alguns casos, o prazo pode chegar a 36 meses, e somente a partir daí é que o restante do financiamento começa a ser pago.

Na Diego Lomba Imóveis, dois empreendimentos que podem ser adquiridos na planta merecem destaque: o Residencial Canavieiras e o Residencial Águas da Cachoeira.

Dica 4: Utilize seu imóvel antigo como entrada

Se você já possui um imóvel, ele pode ser utilizado para dar entrada na compra de um novo. O processo funciona como uma espécie de troca onde, no caso da aquisição de um imóvel novo mais caro, o comprador financia apenas o restante do valor.

Muitas incorporadoras aceitam imóveis como parte do pagamento e isso pode ajudar muito e acelerar o processo, já que não é preciso esperar para vender seu imóvel atual.

Dica 5: Faça um investimento em renda fixa

Ao colocar em prática as dicas de economia doméstica e renda extra, é hora de saber aplicar o dinheiro com inteligência. Nesse momento, buscar um fundo de investimentos em renda fixa pode ser uma excelente alternativa para potencializar os ganhos.

Algumas opções mais rentáveis são o Tesouro Direto, o CDB (Certificado de Depósito Bancário) e o LCI/LCA (Letras de Crédito Imobiliário/Agronegócio). Porém, algumas delas costumam ter prazo para saque, não sendo possível retirar o valor investido antes da data final.

A Poupança também é um tipo de investimento em renda fixa, mas que costuma ter rendimentos abaixo da inflação, o que não é tão vantajoso a curto e médio prazo. No entanto, algum valor pode ser destinado para a poupança como forma de criar uma reserva de emergência para quaisquer imprevistos.

Dica 6: Use o seu FGTS

Por fim, uma das maneiras mais acessíveis de conseguir dar entrada num imóvel é utilizar seu saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Contudo, isso só é possível se você possuir um período de trabalho em regime CLT, ou seja, com registro em Carteira de Trabalho. Esse tempo deve ser igual ou superior a três anos, consecutivos ou não.

Outros requisitos para utilizar o FGTS como entrada num imóvel são:

  • não ter outro imóvel em seu nome, especialmente no município onde reside ou trabalha;

  • não possui financiamentos em aberto pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação);

  • não ter utilizado o saldo do FGTS nos três últimos anos.

Caso você se enquadre nas exigências para usar o FGTS como entrada, basta procurar uma agência da Caixa Econômica Federal para dar andamento ao processo de financiamento do imóvel escolhido, ou mesmo para fazer uma simulação. Em alguns casos, a própria construtora ou imobiliária orienta e auxilia o comprador nessa etapa.

Agora que você já sabe por onde começar a planejar a entrada do seu novo imóvel, aproveite e leia também: Imóvel pronto ou na planta? Saiba qual a melhor opção!


terça-feira, 15 de dezembro de 2020

Documentação: prepare-se para a escritura do seu novo imóvel

 Veja qual a documentação necessária para obter a escritura de um imóvel e como enfrentar a burocracia na hora da compra.



A escritura pública é um documento fundamental para todos aqueles que adquirem uma casa ou apartamento. Sem ela não é possível fazer o devido registro no cartório de imóveis, que assegura o direito jurídico de propriedade sobre o bem.

Portanto, organizar toda a documentação imobiliária é parte obrigatória no processo de compra de um imóvel, seja ele novo ou usado. No caso de imóveis novos ou na planta, é preciso reunir certidões, documentos do imóvel, do vendedor e do comprador, além de recolher as taxas obrigatórias.

E por ser um processo que, além de burocrático, possui um custo relativamente alto, é importante que o planejamento financeiro de quem está pensando em comprar um imóvel inclua também o valor a ser gasto com a documentação.

Por isso mostraremos neste artigo como se preparar com antecedência para obter a escritura do seu novo imóvel. Acompanhe!

Qual a documentação exigida para a escrituração?

Para emitir a escritura de um imóvel é preciso formalizar a transação de compra de venda, onde uma lista de documentos das partes envolvidas é exigida pelo cartório ou tabelionato. Os documentos necessários são os seguintes:

Documentos do imóvel

  • certidão do imóvel atualizada, que é emitida no Cartório de Registro de Imóveis em que constará o histórico de todas as modificações feitas na propriedade e que tenham sido averbadas (no caso de imóveis usados);

  • certidão da prefeitura necessárias para calcular o valor do ITBI (Imposto de Transferência de Bens Imóveis).

Documentos dos vendedores

  • original e cópia autenticada do CPF e do RG, incluídos os cônjuges dos proprietários;

  • original e cópia de certidão de casamento;

  • comprovante de endereço e profissão dos proprietários e cônjuges;

  • certidões negativas junto à Receita Federal e à Justiça Trabalhista.

Documentos dos compradores

  • originais e cópias autenticadas do RG e do CPF do comprador e do cônjuge;

  • original e cópia da certidão de casamento (caso houver);

  • comprovante de endereço e profissão do comprador e do cônjuge.

No caso de compra e venda entre pessoas jurídicas, ou física e jurídica (como construtoras, por exemplo), o contrato social e o CNPJ também são exigidos, juntamente com algumas certidões negativas de débito.

Escritura de imóvel financiado

Ao comprar um imóvel financiado, a escrituração é feita seguindo os mesmos moldes, porém, nesse caso será declarada no documento a alienação fiduciária. Ao quitar o financiamento, o vendedor emite uma declaração constando a conclusão do negócio, que deverá ser averbada pelo comprador no cartório de Registro de Imóveis.

Passo a passo para fazer a escritura do imóvel

O processo de escrituração passa por algumas etapas, após a reunião dos documentos. Veja a seguir todos os passos até a obtenção da sua escritura:

1. Emitir as certidões negativas

É importante que tanto o comprador quanto o vendedor obtenham todas as certidões negativas referentes a débitos municipais, estaduais e federais. Também é importante estar de posse da certidão negativa de débitos trabalhistas, no caso do vendedor. Esta é uma medida que assegura a boa-fé na negociação, além de servir como cautela para uma possível anulação da venda.

2. Pagamento do ITBI

Ao procurar o tabelionato, será emitida a guia para recolhimento do ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis). O tabelião fará o requerimento onde constarão os dados do vendedor, do comprador e do imóvel, assim como o valor do imóvel e o valor do negócio declarado pelas partes. 

Tão logo seja emitida, a guia deverá ser paga no banco credenciado pelo município ou em um posto de arrecadação da prefeitura, se houver.

3. Aguardar a análise da documentação

Ao entregar a documentação e a guia de recolhimento do ITBI paga, o tabelião fará a análise para aprovação. Posteriormente, comprador e vendedor deverão comparecer novamente ao cartório.

4. Leitura da escritura

Ao comparecer novamente no tabelionato, será feita a leitura da escritura, onde o ato será lavrado e assinado pelas partes, onde se tornará ato público. Nessa etapa, as custas do cartório deverão ser pagas.

5. Registro de Imóveis

Com a escritura em mãos, é hora de ir até o Cartório de Registro de Imóveis, onde o documento será analisado e outras custas cartoriais serão cobradas.

Por fim, num prazo de 30 dias, a escritura será registrada na matrícula do imóvel. Somente a partir desse momento você será considerado o proprietário oficialmente. Então é hora de pegar as chaves e comemorar esta conquista!

Diferenças entre escritura e registro do imóvel 

É importante salientar que a escritura pública é um documento diferente do registro do imóvel. Apesar de provar o processo de compra e venda, ela não é suficiente para que a transferência da propriedade seja efetivada. Isso ocorre apenas após a escrituração ser devidamente registrada no Cartório de Registro de Imóveis, como citamos anteriormente.

Portanto, o Cartório de Imóveis é o responsável por manter o arquivo histórico de de todos os imóveis e de seus proprietários dentro de um município ou região. Assim, cada terreno, casa ou apartamento possui uma matrícula, identificada através de um número único, como se fosse o "CPF" do imóvel.

Desse modo, diferente da escritura, que somente atesta a transação de compra e venda, o registro é um documento mais completo, onde constam todos os eventos relacionados ao imóvel, desde a sua construção. Portanto, mesmo após a escrituração, o novo proprietário só passará a ter direito sobre o imóvel quando o documento for registrado no cartório de imóveis.

Agora que você já sabe como se preparar para obter a escritura do seu novo imóvel, que tal conhecer os empreendimentos Diego Lomba Imóveis?


sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

Guia: como fazer um planejamento financeiro para comprar seu imóvel

 Confira algumas dicas e orientações de como criar uma reserva através de um planejamento financeiro e alguns investimento para a compra de um imóvel.



A decisão de comprar um imóvel é importante e não se trata de uma tarefa tão simples. Portanto, o planejamento financeiro é uma etapa essencial do processo. Afinal, organizar as finanças e, quem sabe, fazer um investimento prévio pode facilitar a compra e acelerar algumas etapas.

Sabemos que a aquisição de um imóvel significa o cumprimento de uma etapa importante da vida de uma pessoa, e por isso mesmo ela deve ser bem pensada e organizada. Desse modo, é possível evitar percalços e problemas futuros que influenciarão a vida de toda a família.

Por isso, elaboramos esse guia de como criar uma reserva financeira através de um bom planejamento e, até mesmo, de alguns investimentos que viabilizem essa mudança de vida.

Passo a passo do planejamento financeiro

Fazer um planejamento financeiro significa definir metas e estratégias para organizar as finanças pessoais e da família em prol de um objetivo. Entre eles, a compra de um imóvel, por exemplo. 

Essa etapa é primordial para quem busca investir num bem de maior valor, que requer, muitas vezes, assumir uma dívida de médio a longo prazo. Portanto, planejar ajuda a diminuir os riscos e evitar problemas futuros.

Mas, afinal, como iniciar um planejamento financeiro? É isso que mostraremos nos passos a seguir, para que você encontre neste conteúdo um guia que lhe auxiliará a chegar mais perto do seu objetivo.

1. Organize suas finanças e entenda seu perfil consumidor

De forma geral, a organização financeira começa por saber quanto você ganha e o quanto gasta. Aqui, utilizar uma planilha ou mesmo um aplicativo pode ser a saída para iniciar o primeiro passo do planejamento financeiro.

Portanto, nesta primeira fase você entenderá melhor para onde está direcionando seus recursos. Desse modo, traçar seu perfil consumidor e identificar quais pontos precisa melhorar é fundamental. Pode ser que você perceba que está gastando demais com coisas desnecessárias. Ou mesmo entenda quais gastos são, de fato, imprescindíveis para o seu bem-estar.

Contudo, é essencial possuir um olhar crítico para definir o que é ou não supérfluo nesse momento. Entender como lidar com o dinheiro é um fator preponderante, assim como a mudança de hábitos. Talvez seja preciso abrir mão de algumas coisas durante um determinado período, mas lembre-se do objetivo maior que está exigindo essa atitude: a compra do seu imóvel! 

2. Pesquise sobre o tipo de imóvel que deseja

O segundo passo para um planejamento financeiro eficiente é pesquisar o tipo de imóvel que melhor se enquadra no seu perfil ou da sua família. Nesse momento, além da pesquisa do imóvel propriamente dito, também é importante avaliar com calma as diferentes opções do mercado, assim como todas as despesas com documentação, taxas e tributos.

É claro que, com o passar do tempo, esses valores podem se alterar. No entanto, ter uma previsão de gasto ajudará a orientar sobre o quanto e por quanto tempo será necessário poupar.

3. Defina o objetivo, estabelecendo metas e prazos

Depois de organizar suas finanças, identificar os pontos que precisam de ajuste e ter uma boa base sobre o valor do imóvel que está buscando, é o momento de fazer as contas. Desse modo, você define o objetivo principal e estabelece as metas de curto, médio e longo prazo. 

Ou seja, sabendo quanto você poupar e qual o valor tem disponível, será possível definir o montante mensal necessário a ser economizado para a compra do imóvel. Lembrando que as metas de economia podem ser mensais, trimestrais, semestrais ou mesmo anuais.

Tudo depende da disponibilidade de recursos e do tempo mínimo e máximo definidos para a compra. Nesse momento, será necessário estabelecer um teto de gastos dentro do seu orçamento para que as metas sejam alcançadas sem maiores dificuldades.

4. Procure uma forma segura de investir o valor poupado

Especialistas indicam que, pelo menos 30% da renda bruta deve ser poupado para a compra de um imóvel. Apesar de ser o ideal, sabemos que nem sempre isso é possível. Mas, independente do valor, é primordial procurar uma forma segura de investir o que está sendo poupado.

A poupança, por exemplo, ainda é o tipo mais conhecido e procurado para quem quer guardar dinheiro. Contudo, sua rentabilidade cada vez mais baixa não oferece atrativos para quem deseja comprar um imóvel, especialmente num prazo menor.

De todo modo, mesmo que você ainda considere a poupança o local mais seguro para investir, vale a pena procurar no mercado outras opções mais vantajosas, com maiores rendimentos.

Pode ser interessante investir num fundo renda fixa com prazo para resgate, como é o caso dos títulos do Tesouro Direto. Ou ainda, aportar valores num CDB. Nesse caso, é indicado procurar um profissional que auxilie na escolha do melhor investimento de acordo com o objetivo.

Tipos de investimento mais rentáveis 

Com a queda dos juros da Taxa Selic, muitas pessoas passaram a olhar para os investimentos com certa dúvida, especialmente o Tesouro Direto. No entanto, ainda vale mais a pena investir nesse tipo de renda fixa do que na poupança. Até porque existem várias opções de rentabilidade e prazos de resgate que podem ser vantajosas.

Outra boa opção pode ser os fundos LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e LCA (Letra de Crédito do Agronegócio), ambos isentos de Imposto de Renda, assim como a poupança, mas com rendimentos bem maiores. 

São investimentos bastante parecidos com o CDB (Certificado de Depósito Bancário), que é emitido pelo banco. De modo simples, é como se o investidor "emprestasse" dinheiro para a instituição financeira e recebesse em troca uma remuneração, que são os juros, durante o período em que os recursos estiverem aplicados.

Existem ainda outras opções de investimento em renda fixa, e por isso vale a pena pesquisar com atenção, pedir ajuda ao seu gerente do banco ou procurar um consultor de investimentos de sua confiança para orientar essa decisão.

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Guia: o passo a passo do financiamento imobiliário



O maior desejo das famílias é construir um patrimônio com solidez e segurança. Para isso, o ponto de partida costuma ser a aquisição de um imóvel. Contudo, muitas vezes é necessário recorrer ao financiamento imobiliário, uma forma de tornar a compra mais acessível, ainda que isso signifique contrair uma dívida a longo prazo.

Ocorre que para dar início ao processo, algumas etapas são necessárias, e é aí que surgem as dúvidas. Por isso criamos um passo a passo para auxiliar você na aquisição do novo imóvel através do financiamento. Confira!

O que é financiamento imobiliário e quais as modalidades?

Seja para a aquisição de imóveis novos ou usados, o financiamento imobiliário é a principal forma utilizada para viabilizar a compra. Apesar de incidirem taxas de juros sobre o valor, a maioria dos brasileiros ainda necessita desse recurso, principalmente quando não dispõe do valor total, ou quando existe a necessidade de realizar reformas, mobiliar o imóvel, entre outros.

Portanto, o financiamento consiste numa espécie de empréstimo concedido pela instituição financeira, que paga o valor a ser financiado ao vendedor, de uma única vez, e condiciona o comprador ao pagamento desse valor em parcelas, durante um determinado período de tempo, que costuma ser de até 360 meses. 

Porém, para solicitar um financiamento de imóvel é necessário cumprir alguns requisitos. O primeiro passo, no entanto, é entender quais os tipos disponíveis.

No mercado brasileiro, o crédito imobiliário é regulado por dois regimes: o Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). Inseridos nesses dois modelos estão os sistemas de amortização:

  • Sistema de Amortização Constante (SAC)

  • Sistema de Amortização Crescente (Sacre)

  • Sistema Tabela Price

O mais utilizado é o SAC, que torna o valor das parcelas decrescente ao longo do tempo. Esse é um sistema vantajoso para quem pretende adiantar as parcelas ou quitar o financiamento antes do prazo, pois reduz significativamente o valor total. No SAC é possível também financiar até 90% do valor do imóvel.

No entanto, apenas dentro dos parâmetros do SFH é possível utilizar o saldo do FGTS como parte do pagamento. A taxa de juros máxima é de 12% ao ano, e o valor de cada parcela não pode comprometer acima de 30% da renda do contratante.

Já no sistema de Tabela Price, o valor das parcelas é fixo e os juros se concentram na primeira prestação. O que possibilita uma previsão exata do investimento, sabendo sempre de quanto será o valor pago.

Quem pode oferecer o financiamento?

O financiamento de imóveis pode ser solicitado junto às instituições financeiras, tanto públicas quanto privadas. Apesar de a Caixa ser o principal fomentador dos financiamentos, outros bancos também oferecem essa possibilidade aos seus clientes através de sistemas próprios.

Contudo, as construtoras e incorporadoras também podem oferecer um financiamento. Nesse caso, especialmente para imóveis na planta, algumas facilidades são oferecidas, como entrada parcelada, entre outras.

Passo a passo para obter um financiamento

Como a ideia aqui é fornecer um guia para a obtenção do financiamento imobiliário, vamos mostrar um passo a passo de cada etapa que deve ser cumprida para a aprovação da proposta.

Vale lembrar, porém, que cada imóvel possui suas especificidades, assim como a instituição financeira que concederá o crédito ou mesmo a construtora que poderá realizar o financiamento próprio e direto.

Por isso, é fundamental pesquisar muito antes de tomar essa importante decisão. Avaliar as diversas propostas, estudar sobre o empreendimento e sobre a empresa responsável pela obra, assim como a corretora. 

Confira então os principais passos para solicitar um financiamento:

1. Cumprir os pré-requisitos

Para solicitar um financiamento, é necessário preencher alguns requisitos, tais como:

  • ser brasileiro nato ou naturalizado, ou estrangeiro com visto e autorização de permanência no país;

  • possuir idade mínima de 18 anos ou ser emancipado;

  • não ter resultado acima de 80 anos e 6 meses ao somar sua idade ao prazo total de financiamento;

  • não possui nenhuma enfermidade grave, dependência química ou ser considerado mentalmente incapaz.

2. Reunir a documentação

Reunir e apresentar toda a documentação necessária é uma das etapas principais, mas também a mais complexa, afinal a lista é extensa, tanto para quem solicita o financiamento quanto para o vendedor do imóvel.

Caso falte algum documento, o processo é interrompido e precisará ser reiniciado, o que gera demora. Portanto, reunir tudo com atenção é imprescindível. Também é importante lembrar que a lista de documentos pode variar, mas, em geral, as exigências são as seguintes:

  • documentos de identificação (RG e CPF);

  • comprovante de residência;

  • comprovante de estado civil;

  • certidão negativa de débitos relativos a tributos federais e dívida ativa da união;

  • comprovante de renda original.

No caso da comprovação de renda, ela pode ser apresentada de maneiras diversas. Para aqueles que trabalham no regime CLT, basta apresentar os últimos contracheques. Já os profissionais autônomos e empresários podem comprovar sua renda através da declaração de Imposto de Renda e pelos extratos bancários.

Existe ainda a opção de apresentar Declaração Comprobatória de Recepção de Rendimentos (Decore), desde que devidamente preenchida por um contador.

2. Definir o tipo de financiamento

Após reunir a documentação, é hora de escolher o tipo de financiamento que será realizado. É recomendado fazer simulações antes da solicitação, para saber quais as reais possibilidades de proposta estão disponíveis. O corretor ou mesmo o seu gerente de conta pode auxiliar nessa etapa.

3. Avaliação do imóvel

Com o crédito aprovado, é necessário realizar a avaliação do imóvel, para confirmar a compatibilidade do valor de venda com o mercado. No entanto, essa é uma etapa que costuma ser exigida para imóveis prontos, e geralmente usados.

Porém, a avaliação vai além dos aspectos financeiros, e também analisa o aspecto estrutural. Por isso, no caso de imóveis na planta ou novos, todos os documentos referentes ao projeto serão solicitados e avaliados pelo profissional responsável pela avaliação.

4. Assinatura do contrato e liberação do financiamento

Com o imóvel avaliado e o financiamento autorizado, é chegado o momento de assinar o contrato e ter a liberação do crédito. Para isso, todos os envolvidos na negociação devem estar presentes no momento da assinatura, que pode ser feito no banco, na corretora de imóveis ou mesmo na construtora.

Nessa etapa, é necessário realizar o pagamento do Imposto de Transmissão de Bens e Imóveis (ITBI) e, a seguir, fazer o registro no Cartório de Registro de Imóveis. Essa etapa é obrigatória para a formalização do processo de compra e venda, tornando a aquisição pública.

Feito isso, uma cópia da documentação de registro deverá ser encaminhada à instituição que forneceu o financiamento para que seja feita a liberação do montante na conta do vendedor.

E assim, cumpridas todas etapas, é hora de preparar a mudança, ou caso o imóvel seja adquirido na planta, esse tempo até a entrega pode ser aproveitado para os projetos mobiliários e de decoração.

Dica importante: sempre dê preferência para empresas sólidas, com larga experiência no mercado. Tirar todas as dúvidas sobre o imóvel e sobre as formas de financiamento disponíveis é essencial para fazer um bom negócio.


quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Economia na manutenção: as vantagens de imóveis novos


Na hora de adquirir um imóvel, é importante considerar as vantagens que os imóveis novos apresentam. Entre elas está a economia na manutenção. No entanto, a escolha de um imóvel envolve diversos fatores e é importante entender cada um deles.

Somente a partir do entendimento dos benefícios que esse tipo de empreendimento oferece, a decisão de compra se torna mais fácil, e os riscos muito menores.

Por isso, preparamos uma lista com tudo que um novo imóvel oferece, seja para quem está à procura de um novo lar ou para quem deseja apenas investir no mercado imobiliário. Acompanhe!

Principais vantagens do imóvel novo

Escolher um imóvel é uma tarefa que exige muita paciência e pesquisa, pois trata-se de uma decisão a longo prazo, com investimento de recursos significativos. Portanto, é preciso estar seguro sobre o tipo de empreendimento ideal para atender as necessidades de toda a família.

Para facilitar sua decisão, elencamos a seguir os itens que mais demonstram porque a aquisição de um imóvel novo, seja pronto ou na planta, é traz mais benefícios e vantagens. Confira: 

Maior facilidade de compra

Para começar a falar das vantagens na compra de imóveis novos, vamos citar como exemplo a facilidade na aquisição. Seja por conta do valor, especialmente quando comprado na planta, ou pela oferta de linhas de crédito que tornam os empreendimentos recém construídos em ou construção bem mais acessíveis.

E ainda a burocracia que envolve a compra de um imóvel novo também é menor. Isso porque toda a documentação costuma ficar por conta da própria construtora ou incorporadora, com a assessoria completa do corretor.

Liberdade para a customização

Ao adquirir um imóvel novo, toda a decoração e mobília pode ficar à cargo do comprador. Ainda  que existam apartamentos mobiliados, equipados e decorados, eles não são uma regra, e os proprietários podem ficar livres para escolher cada item conforme seu gosto e necessidade.

Num imóvel usado, por exemplo, isso nem sempre é possível. Não sem antes uma boa reforma e a substituição de vários materiais. Por exemplo, ao comprar um apartamento de alto padrão que teve outros moradores, é bem comum que esses imóveis possuam móveis embutidos, e eles nem sempre agradam aos compradores.

Portanto, escolher um imóvel novo permite que tudo seja customizado, de acordo com a personalidade dos futuros moradores, proporcionando um ambiente mais aconchegante e exclusivo.

Ausência de manutenção

Podemos dizer que a ausência da necessidade de realizar manutenção por um longo período e a economia que isso proporciona são, talvez, as principais vantagens dos imóveis novos.

Isso porque, com o passar do tempo e o uso contínuo, um imóvel acaba mesmo sofrendo desgastes. Em muitos casos, há o agravante de não ter sido bem cuidado pelo antigo proprietário, e aí o problema tende a ser maior.

Por outro lado, uma construção recém acabada exclui qualquer tipo de manutenção inicial. Pinturas, instalações hidráulicas e elétricas, pisos e até móveis levarão um bom tempo até apresentar sinais de desgaste que exijam reparos ou substituições. 

Desse modo, se evita as dores de cabeça de uma obra enquanto o imóvel já está ocupado, e que gera incômodo aos ocupantes. E também reforça a economia gerada, que pode ser aplicada em outros itens mais importantes para o novo imóvel.

Segurança estrutural

Com o passar dos anos, as normas técnicas de construção vão sendo atualizadas. Isso significa que, ao adquirir um imóvel novo, a garantia de segurança estrutural é maior, quando comparado aos imóveis mais antigos.

Ou seja, escolher um empreendimento recém finalizado ou em fase de construção é sinal de que os padrões estão atualizados, diminuindo os riscos e possíveis problemas relacionados à estrutura do imóvel, e também garante o cumprimento da legislação vigente.

Materiais modernos e atualizados

Além de questões técnicas e legislatórias atualizadas, imóveis novos também contam com a presença de materiais mais modernos, tecnológicos e de qualidade superior. Especialmente no caso dos empreendimentos de alto padrão, que costumam oferecer recursos de automação residencial e outros elementos de nível superior.

Por isso, comprar imóveis novos, além de seguir as tendências do mercado, é uma forma de acompanhar a evolução do processo construtivo, do alicerce ao acabamento. Esses fatores também contribuem para reforçar vantagens citadas anteriormente, como segurança e economia com manutenção, por exemplo.

Uso eficiente de energia

Seguindo a mesma linha dos tópicos acima, que tratam de modernidade e tendências, construções novas trazem consigo um padrão de eficiência energética, baseado em questões ambientais e de economia.

Desse modo, os projetos costumam apresentar soluções como uso de iluminação natural, fiação elétrica padronizada, lâmpadas de LED, além de outros recursos que possibilitem um consumo mais racional de energia.

Garantia 

Assim como acontece com a compra de qualquer produto novo, um imóvel também possui garantias previstas no Código de Defesa do Consumidor e no Código Civil.

Uma delas está relacionada a pequenos reparos e manutenção em torneiras, portas e janelas, válvulas sanitárias e outros defeitos menores que permitem conserto imediato. Geralmente essa é uma garantia com validade de 90 dias.

Mas existe ainda uma garantia um pouco maior, que costuma durar por um ano a partir da entrega das chaves. Esta cobre outros tipos de defeito, geralmente mais ocultos, como vazamentos, problemas no encanamento em geral, ou outros que não tenham sido causados pela uso inadequado.

No caso de problemas estruturais, como rachaduras em paredes, problemas nos elevadores, alagamento de subsolo entre outros, a construtora oferece garantia de cinco anos.

Portanto, além de estarem menos propensos a problemas de manutenção, imóveis novos estão garantidos e assegurados contra quaisquer intercorrências que venham a surgir nos primeiros tempos de uso.

Agora que você já sabe as vantagens dos imóveis novos, aproveite e conheça mais sobre o Residencial Costa do Sol, na Praia Brava, em Florianópolis.


quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Vale a pena comprar um imóvel na planta?



Comprar imóvel na planta é um processo seguro e até mais descomplicado do que adquirir um imóvel pronto, ao contrário do que muitos acreditam. Afinal, esta é uma prática antiga no mercado imobiliário, que cada vez mais oferece vantagens e benefícios aos compradores.

Porém, quem está em busca de um novo apartamento, seja como investimento ou para moradia, acaba tendo dúvidas se a aquisição antes ou no decorrer da obra vale a pena.

Mas apesar de parecer uma decisão difícil – afinal, adquirir um imóvel na planta significa comprar uma promessa –, fazer essa escolha pode ter vantagens que compensam a decisão.

O importante nesses casos é analisar se essa modalidade é adequada ao seu perfil e às suas necessidades, avaliando todos os prós e contra do negócio.

Para ajudá-lo a saber se vale mesmo a pena comprar um imóvel ainda na planta, preparamos esse artigo mostrando o que é benefício e o que pode ser um ponto negativo ao optar por essa modalidade. Confira!

Por que vale a pena comprar imóvel na planta?

Existem diversos fatores que demonstram que comprar imóvel na planta é algo que vale a pena. Um deles é sobre a burocracia com documentação, por exemplo. Por não haver donos anteriores, não há necessidade de arcar com certidões e registros, e isso torna o processo de compra mais rápido e econômico.

Mas esse é apenas um benefício, entre tantos outros, como veremos a seguir:

Valor reduzido e condições de pagamento facilitadas

Já é sabido que imóveis na planta costumam ter um valor de mercado reduzido. Sem contar que as condições de pagamento costumam ser mais facilitadas.

Algumas incorporadoras oferecem a possibilidade de pagamento direto ou parcelamento da entrada até a entrega das chaves. E somente a partir daí é que o comprador passa a pagar o financiamento bancário, caso ele seja necessário.

Possibilidade de planejamento

É verdade que adquirir um imóvel que ainda não saiu do papel requer um pouco de paciência por parte do comprador. Porém, para famílias que necessitam de um tempo maior para planejar uma mudança, essa é uma alternativa bastante viável.

Casais que estão pensando em começar uma vida a dois também saem ganhando ao comprar imóvel na planta, pois permite um tempo para o planejamento de outras etapas, ao mesmo tempo que garante a tranquilidade de ter um lar dentro de alguns anos de forma organizada.

Personalização

Ao adquirir um imóvel na planta, você tem a certeza de estar investindo em algo totalmente novo, com garantias e livre de manutenções. Além, é claro, da possibilidade de personalizar os ambientes conforme os gostos e necessidades dos moradores.

Em alguns casos, é possível ainda optar por um imóvel decorado, seguindo um padrão da construtora como base, o que facilita a escolha do mobiliário, por exemplo.

Valorização

Quando compra um imóvel na planta, automaticamente você adquire um bem que, após concluído, terá seu valor comercial elevado. Em alguns casos, é possível alcançar uma valorização de 50% a mais do valor de compra.

Para quem deseja investir no ramo imobiliário, essa é uma das maiores vantagens de optar pela aquisição antecipada.

O que não é vantagem nesse tipo de aquisição?

Geralmente, o principal ponto negativo de comprar imóvel na planta é o tempo de espera até sua ocupação. Portanto, para quem precisa de um imóvel a curto prazo, essa não é uma opção válida. 

Outro ponto a considerar é sobre possíveis atrasos. Isso pode ocorrer por diversos motivos, já que uma obra de grande porte exige recursos variados, desde mão de obra, materiais, condições climáticas... Ou seja, nem sempre quando a entrega de um imóvel atrasa é por má administração da empresa responsável.

Por isso, é preciso estar ciente dessa possibilidade, que pode, sim, prejudicar seus planos. E também existem as variações tributárias, que podem influenciar no valor do imóvel a longo prazo, sendo prejudicial quando a compra é voltada ao investimento.

Os riscos de atraso ou mesmo de não ocorrer conclusão da obra existem, é verdade. Do mesmo modo que a valorização pode ser menor que o esperado.

Contudo, é possível amenizar esses riscos, ou até mesmo eliminá-los, pesquisando e estudando o mercado, para que não haja dúvidas. 

Dicas para evitar problemas ao comprar um imóvel na planta

Ainda que seja seguro e vantajoso, adquirir um imóvel na planta requer atenção com os detalhes, para evitar dores de cabeça futuras. Aqui, vale a máxima: "o seguro morreu de velho". Brincadeiras à parte, nunca é demais reforçar os cuidados e isso se aplica a qualquer tipo de negociação.

Nesse sentido, é importante destacar que escolher uma empresa de referência (construtora ou incorporadora) que garanta a pontualidade na entrega do imóvel e assessore o comprador na fase de documentação é fundamental.

Além disso, extraia do seu corretor toda a informação necessária, sanando dúvidas e observando detalhes da maquete e dos projetos. Isso trará maior confiança para a decisão de compra.

Outro ponto relevante: pesquisar sobre o local da construção. E, de preferência, realizar visitas durante a obra. Também é recomendável ler cuidadosamente os dados contratuais e a documentação sobre o imóvel – alvarás, registros públicos, entre outros.

Sobretudo, a escolha de comprar imóvel na planta deve estar alinhada com os objetivos de toda a família, considerando que é necessário uma boa organização financeira. Assim, as chances de valer a pena esse tipo de aquisição serão muito maiores.

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