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quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Entenda sobre o financiamento da casa própria


 Está no momento de comprar seu imóvel e busca entender mais sobre o assunto? Conheça alguns detalhes sobre o financiamento e suas condições:

O sonho da casa própria: esse é o desejo da maioria dos brasileiros, que querem constituir esse bem e ser independente. Para quem está sonhando com isso, é preciso estudar com muito cuidado, especialmente no que se refere ao financiamento do imóvel.

Documentos, condições e juros: são diversas opções existentes no mercado, necessário ser adotado com muito cuidado e cautela. Afinal, é um investimento de muitos anos e precisa ser pensado, para que no final essa grande conquista, não vire um pesadelo.

Financiamento do imóvel: você sabe como avaliar cada detalhe?

Comprar uma nova casa, ou apartamento, envolve muito mais do que o anseio pelo que é seu. São muitas etapas, burocracias e detalhes que impactam até o seu objetivo. Nesse momento, não adianta agir sem pensar, ou avaliar com cautela, cada linha e minúcia.

Abaixo, separamos uma lista com direitos relevantes, que devem ser estudados para ser tomada a melhor decisão, garantindo a realização do seu sonho e com as melhores condições:

Escolha da instituição

Quase todas as instituições, possuem linha de financiamento de imóvel, com taxas próprias. Alguns incentivos, como os juros mais baixos e as condições especiais para os clientes.

Enquanto outras utilizam incentivos administrativos para oferecerem o financiamento imobiliário. Entretanto, casos, existe uma limitação de renda e valor de imóvel, para participar da modalidade. Então, tópico, é necessário avaliar juros e prazos, considerando as condições de pagamento e também o custo x benefício a médio e longo prazo.

Tipos de financiamento

Além da possibilidade de financiamento ao banco, existem também outras modalidades que podem ser aplicadas e que são muito comuns:

Utilização dos recursos do FGTS;

Recursos do SBPE - Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo;

Financiamento pela construtora.

Conheça cada um deles:

Utilização do FGTS

Os valores no FGTS - mesmo os que estão retidos, pelas normas existentes - podem ser usados ​​para financiar todo, ou uma parte do imóvel. Entretanto, só são elegíveis quem se adéquam a alguns requisitos, como renda familiar máximo e limites de valores do imóvel.

As taxas de juros são relativamente menores e as condições de entrada variam de acordo com a região e também variação dos valores definidos, com periodicidade.

Recursos do SBPE

Aqui se torna atrativo pelo fato de que não existe uma limitação de renda, entretanto, como taxas de juros se tornam um pouco maior do que como praticadas com a utilização do FGTS.

Mas existe outra vantagem: se o valor do imóvel comprado não exceder o que está delimitado nas regras do SBPE, pois as taxas não podem superar o marco de 12%.

Financiamento pela construtora

A vantagem é muito atraente no começo: a flexibilização da negociação de parcelas e juros é ilimitada. Além de que não existem impedimentos por limite de renda ou faixas específicas para cada. Mas, como diz o ditado "nem tudo que reluz é ouro".

Do primeiro momento, faz muito sentido e se torna um grande chamariz. Porém, ao olhar para os detalhes e linhas minuciosas, se percebe que financiar com as construtoras, colocam riscos gigantescos sobre os próprios compradores.

É só usar uma lógica simples: a construtora hipotecou o apartamento, ou casa, com uma instituição financeira. Eles servem como garantias sobre o dinheiro retirado. Caso a construtora venha a falir futuramente, sem sanar essa dívida, o seu imóvel pode ser retirado.

Etapas para financiar o imóvel próprio

O planejamento vai ser o seu maior aliado, para evitar grandes dores e estragar a magia de ter a sua casa. Estudando bem as opções, escolha o que é mais rentável para o seu bolso e também a longo prazo, com as melhores condições de pagamento e pagamentos.

Para conseguir o financiamento, é preciso primeiro iniciar o processo de solicitação de crédito. Para isso, existem diversos estágios e burocracias. Então, vamos entender como funciona cada uma delas?

Avaliação dos documentos dos compradores

As instituições financeiras solicitam documentos comprobatórios, para dar início ao processo de avaliação do crédito. Serão cutucados os seguintes:

Documentos de identidade, bem como suas cópias (RG e CPF);

Estado civil;

Comprovante de renda - Holerites, declaração do Imposto de renda, ou extrato de bancos;

Lembrando que, caso for um casal que irá comprar o imóvel e comprovar renda, todos a documentos acima deve ser levado por ambos. Isso é atrativo para unir a renda dos dois, facilitando a análise de crédito e liberação da mesma.

Para os casos de autônomos, é preciso comprovar a renda de outras formas: contrato de prestação de serviço; recibo de pagamentos recebidos, declaração de imposto de renda ou Declaração Comprobatória de Recepção de Rendimentos (Decore);

É essa comprovação dos ganhos, que será avaliado como sua capacidade de honrar com as parcelas, já que as mesmas não podem ultrapassar 30% da renda bruta.

Depois, é avaliado também o seu score nos cadastros dos inadimplentes (Serasa, por exemplo) e outras ferramentas de análise cadastral.

Avaliação do imóvel

O banco realizará a análise da casa ou apartamento. Isso é feito através de um engenheiro ou arquiteto, para comprovar o seu valor real. Feito isso, o crédito é liberado e começa a parte da negociação e de venda do imóvel, entre o comprador e vendedor.

Com o contrato assinado, o documento é registrado em cartório e o vendedor recebe o crédito. A partir daí, só se prepara e muda para o novo e tão sonhado lar.

 E aí, o que achou do conteúdo? Conseguiu tirar dúvidas importantes sobre o tema e se sente mais seguro para realizar o financiamento do imóvel? Se você está na busca da sua casa dos sonhos, que tal acesse nosso site e conheça nossos imóveis. Te garantimos que você irá se encantar e escolher seu novo lugar.

Mudança de imóvel durante uma pandemia: é possível?

O isolamento social, fez com que muitas pessoas percebessem a vontade de mudar de imóvel. Entenda como se preparar para essa mudança, durante a pandemia.

Para muitos, especialmente para casais sem filhos, o tamanho do imóvel nunca foi problema. Afinal, ele servia apenas para dormir e se alimentar, visto que a vida ocorria no ambiente externo. Trabalhos, estudos, exercícios físicos e socialização com famílias e amigos, comuns. Logo, mudança de local era apenas em último caso e não era prioridade.

 

Mas, a chegada do novo coronavírus e as restrições sociais adotadas - como a quarentena e o isolamento - fizeram com que toda essa rotina vivida fora da sua casa ou apartamento, invadissem esse espaço. Logo, a procura por imóveis maiores e mais confortáveis, subiu. Segundo dados de algumas plataformas imobiliárias, a procura por esses espaços maiores.

 

Se você está nesse momento de mudança e está buscando algumas dicas de como fazer isso de maneira segura, confira alguns apontamentos para não errar:

 

Posso realizar mudança de imóvel durante uma pandemia?


Uma dúvida muito comum é sobre a possibilidade de mudar de imóvel, mesmo enquanto dure a pandemia. Por mais que a vacinação continua avançando e uma nuvem de esperança começa a surgir as restrições e cuidados ainda não acabaram.


Nenhum estado ou cidade proibiu a mudança de imóveis durante esse período, mesmo nos meses mais obrigados. Mas, é preciso estar atento a alguns outros detalhes importantes, para que essa mudança de casa, ou apartamento, seja mais segura e proveitosa possível:

 

1 - Se informe sobre as restrições do local que você está indo


Casas de bairro, não existem tantas limitações, afinal, o proprietário faz as regras. Entretanto, se o local escolhido é uma casa de condomínio ou apartamento, é preciso estar ciente que algumas regras para mudança podem estar em vigor.

 

Vale lembrar que o condomínios possui suas regras próprias e, alguns, transformados ainda mais rígidos que as adotadas pelas prefeituras. Logo, se você se interessou por um desses espaços, entre em contato com o síndico - ou proprietário do imóvel - para saber se existem restrições ou normas específicas para as mudanças no local.


2 - Planeje sua mudança e avise os envolvidos


Principalmente em condomínios de apartamentos, onde elevadores e áreas comuns são compartilhadas, vale colocar em jogos as práticas da boa vizinhança e da empatia. Programe com antecedência sua mudança, avise o síndico e os porteiros, estabelecendo também a hora.


Dessa maneira, é possível que o condomínio faça uma organização, evitando que elevadores fiquem congestionados e elevem o risco de infeções, por conta da aglomeração.

 

3 - Opte por fazer tudo sozinho


Sabemos que a vida é corrida e a rotina agitada. E, vamos concordar né: ninguém gosta de mudança! O tempo gasto para organizar, horas para arrumar em caixas, bagunça, sujeira e outros itens que moram nos pesadelos de todas as pessoas que estão saindo para outro imóvel.


Existem diversas profissionais e empresas que se dispõe a fazer esse trabalho pesado para você. Mas, em tempos de coronavírus e a pandemia ainda estar muito agressiva, não se coloque em risco ao inserir outra pessoa no seu espaço.

 

4 - Higienizar bem o espaço depois


Mesmo que todos usados ​​usando os devidos equipamentos de cuidados durante - máscaras e luvas - tome precauções extras na higienização do ambiente depois da loucura do descarregamento da mudança. 

 

Desinfete todos os objetos e superfícies que foram tocados durante esse momento. Maçanetas, janelas, portas e interruptores de energia, por exemplo, são os locais que você não pode esquecer de alguma forma na hora da limpeza.

 

O chão também deve ser devidamente desinfectado. Opte por usar água sanitária, ou álcool 70%, caso haja restrições a esse produto. O importante é garantir que tudo está livre de invasores perigosos, que vão transformar seu momento novo, em uma dor de cabeça.


Cuide-se, por você e pelos outros 

Apesar de ser uma situação totalmente intensa e, por vezes enlouquecedora, mudar de imóvel é sempre sinônimo de novos ares, novos começos. Tomar os devidos cuidados e manter as regras de distanciamento social e de segurança, não beneficia apenas a sua saúde, mas de todos.


Então, não permita que esse momento mágico, vire uma preocupação e um risco para essa qualidade de vida. Cuidar de si, é um ato de amor-próprio e também ao próximo!


Se você está buscando seu próximo apartamento ou casa, para alugar ou comprar, a Diego Lomba é a sua melhor plataforma para escolher o imóvel certo para você. Entre em nosso site e confira agora mesmo :

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terça-feira, 14 de setembro de 2021

Tendências de Decoração 2021


 Está pensando em construir ou reformar? Então, que tal conferir as principais tendências de decoração em 2021, para ter o melhor para o seu conforto?

As tendências de decoração vão mudando de acordo com o tempo. Cada movimentação na sociedade e no seu modo de viver e consumir, se reflete também no estilo de moradia que as pessoas adotam.

Cada vez mais o apelo por medidas sustentáveis cresce e se torna uma preocupação também na hora de decorar o imóvel. Aproveitar o espaço, iluminação natural, ter imóveis mais tecnológicos e estimular o uso consciente de espaços e materiais, se mostra como uma grande aposta. Entenda mais a seguir:

Principais tendências de decoração 2021

Agora está na hora de descobrir quais são os movimentos que mais estão sendo pedidos pelos moradores que desejam ter um espaço moderno e confortável:

1 - Um apelo por mais natureza 

A preocupação com a saúde física e mental ficou ainda mais evidente com a chegada da pandemia do novo coronavírus (COVID-19). Com o isolamento e medidas sanitárias, as pessoas começaram a trazer o verde e a natureza para dentro de casa.

As vantagens para a saúde e bem-estar de se ter plantas em casa já é comprovado cientificamente! Então, além dos tradicionais vasos, uma aposta é a chamada arquitetura biofílica. 

Basicamente, são projetos que visam conectar cada vez mais os moradores com a natureza. Jardins verticais em ambientes como salas e até banheiros, é com certeza uma tendência de decoração 2021 que veio para ficar!

2 - Ambientes funcionais e conectados

Outro movimento que ganhou força por conta da pandemia, foi o desejo por mais praticidade e espaço. Com as pessoas mais tempo em casa, versatilidade e sensação de amplitude se tornou essencial.

Esqueça ambientes cheio de paredes, especialmente que separavam ambientes como cozinha, sala de jantar/estar e sacada. Agora, a famosa cozinha americana vem ganhando cada vez mais adeptos aqui no Brasil.

Integrar esses ambientes melhora a percepção de espaço e deixa tudo mais funcional, otimizando o tempo e também facilitando a comunicação e circulação entre os outros ambientes.

3 - Muitos detalhes assimétricos, por favor

O chamado estilo industrial, também ganha força como uma das maiores tendências de decoração em 2021. Nele, a pegada é expor e dar foco para detalhes que em estilos anteriores, deveriam ser escondidos.

Desde a composição dos móveis, até das próprias partes estruturais do projeto, a ordem é deixar visível sempre os materiais utilizados. Ferro, alumínio, vigas, tijolos e materiais reciclados, são parte efetiva da decoração.

Além disso, outra grande característica do industrial, são os móveis e objetos minimalistas, ou seja, quanto menos é melhor. Por exigir menos acabamento, essa tendência é uma grande aposta, porque além de ser moderno, economiza um bom dinheiro na reforma.

4 - Mais luz, por favor!

Mais uma onda crescente para os novos projetos, é ter meios de aproveitar por mais tempo a luz natural dos ambientes. Seja através da abertura de mais janelas e/ou claraboias em ambientes como cozinha, banheiros e até salas.

Além de darem um ar de mais espaço e amplitude, essa técnica ajuda e muito a economizar na tão cara energia de luz!

5 - Mais investimento no Home Office

O Brasil era um dos países mais resistentes ao uso e democratização do Home Office. Tanto por aspectos culturais, quanto nosso próprio modelo de trabalho, essa foi mais uma das grandes mudanças que a pandemia trouxe para nossa sociedade.

Então, não é de se estranhar que as pessoas busquem investir nesse espaço, até porque grande parte das empresas já comunicaram que vão investir no modelo híbrido. Ou seja, alguns dias na semana no escritório e outros em casa.

Dessa maneira, a tendência aqui é ter um melhor aproveitamento do espaço, além do investimento em móveis e decorações que o deixem funcional e confortável. Promovendo assim, mais saúde, bem-estar e produtividade nas atividades!

Um investimento nas áreas de descompressão

Com as saídas reduzidas, o jeito foi investir nas áreas que existem nos imóveis. No caso das casas, uma repaginada nos quintais para deixá-los mais relaxantes, confortáveis e integrados.

Enquanto nos apartamentos com sacadas, muitas pessoas escolheram integrar os ambientes - sala e varanda - para torná-los mais amplos. 

Móveis para living, mais plantas e até hortas próprias, além de itens como uma fogueira para os dias frios ou spa para os dias que pedem aquele banho com hidromassagem! E que tal uma rede ou cadeira de balanço para ficar contemplando a vista e relaxando mais ainda?

Além disso, os banheiros também estão ganhando seu novo visual e usabilidade. Quem nunca sonhou em ter uma banheira com hidro, para relaxar depois de um longo e cansativo dia de trabalho?

Ou então um banheiro com itens e decorações de spa, para ter um momento de descompressão. Incrível, não? O crescimento pela procura e reforma desses ambientes, também se mostrou uma das maiores tendências de decoração para 2021.

E aí, nossas dicas te ajudaram a se inspirar na tendência que vai seguir da sua próxima reforma? E, se você está buscando o apartamento certo para você morar, próximo à praia, confira nosso site e entre em contato com nossos corretores.


quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Fatores a se considerar na hora de cobrar o aluguel



Você é proprietário e vai alugar um imóvel? Um dos pontos mais importantes é definir o preço do aluguel. Entenda sobre esse assunto á seguir:

Uma casa ou apartamento, é considerado um dos investimentos mais seguros. Afinal, não desvaloriza, perde valor e ainda é um bem ativo - pode gerar retorno, especialmente se decidir locar. Porém, para os marinheiros, ops, iniciantes, é comum existir uma dúvida muito comum: como definir o preço do aluguel?

Existem diversos fatores que precisam ser levados em conta, especialmente mercado e precificação da região. Entretanto, alguns diferenciais vão valorizar seu bem e possibilitar que essa precificação seja ainda mais design. Confira a seguir:

Como colocar o preço do aluguel de imóvel

Precificar é uma tarefa difícil. Como equilibrar um valor rentável para o proprietário, com um que seja atrativo para inquilinos, é um desafio e gera muitas dúvidas. Para ajudar nessa missão e encontrar um valor justo, separamos algumas dicas práticas de o que você deve levar em conta na hora de avaliar e definir o preço do aluguel:

Preço e média dos disponíveis no mercado

Cada região tem suas especificidades, valorização e mercado próprio. Entender esse cenário e como estão os preços dos imóveis na região que fica o seu é o ponto inicial para começar a precificar o seu.

Além de entender a média, veja também os tipos de imóveis. Procure aqueles que tem a mesma metragem, seja do mesmo tipo (casa, apartamento) e possuam diferenciais similares ao do seu, assim, você consegue ser mais assertivo nesse estudo.

Seu imóvel será alugado planejado e mobiliado?

Um dos pontos que mais valorizam o aluguel, é se ele tiver móveis planejados. Isso por si só já é um diferencial e ajuda o inquilino a salvar uma boa quantia, uma vez que não vai ter que comprar esses itens para morar.

E se a sua casa ou apartamento já for entregue mobiliado ou semi-mobiliado, isso vai ajudar a valorizar ainda mais o preço. Afinal, o perfil de locatário que busca esse tipo de residência, já está preparado para pagar mais por essa comodidade.

Localização e pontos de referência

A localização é um dos itens que precisam ser levadas em consideração na precificação. Esteja perto de pontos referenciais importantes, é algo que atrai inquilinos facilmente.

Escolas, faculdades, shoppings e hospitais, por exemplo, tendem a valorizar os al comprada da região. Mas, cuidado com a distância: para ser atrativo, é interessante que esteja em um raio de até 5km do endereço, ok?

Infraestrutura e tempo de uso do imóvel

Quais são os diferenciais do seu imóvel? Se ele for um apartamento, o que o condomínio oferece? Tem área de lazer, piscina, facilidades - como a mais nova tendência dos mercadinhos dentro dos condomínios?

E se para casa, quais são os itens de infraestrutura básica? Espaço de quintal, área livre, itens de segurança e particularidades que podem ser chamativas para novos inquilinos?

Especialmente depois da pandemia, onde todos viram suas casas se transformarem nos escritórios, espaço é um item indispensável para a maioria das famílias. Leve isso em conta para colocar o preço do aluguel. Além disso, quanto mais novo seu imóvel é, mais valorizado para locar ele fica, então se atente a isso.

Em quanto tempo você deseja alugar:

Se o tempo que o imóvel ficar desocupado não é uma preocupação para você, então o valor do aluguel pode ser colocado de acordo com o que foi definido como um preço justo.

Porém, se a situação é o contrário, é interessante reavaliar o valor e exata-lo em patamar mais acessível, menos facilmente os locatários e ocupando o local.

Estude bastante o mercado e precifique de forma benéfica para ambos

Entender como está o cenário do aluguel, é fundamental para que o valor que esteja definido dentro dos padrões. Caso contrário, é possível que o imóvel fique muito tempo vazio e isso gere prejuízo para você.

E se ainda existe uma insegurança sobre o tema, não se preocupe. Contar com uma imobiliária parceira, vai te ajudar nesse aspecto e te livrar de muita burocracia e preocupações.